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Mostrando postagens de Outubro, 2011

AUTO PERDÃO

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Falar do perdão vem sempre junto a idéia da necessidade de perdoar o outro como o dito alívio geralmente produzido muito mais naquele que perdoa do que na pessoa perdoada, do quanto perdoar é importante para o indivíduo prosseguir na sua caminhada  sem o peso que a mágoa, ressentimento e afins costumam produzir naquele que deseja a reparação de um prejuízo causado, cuja vida permanece girando em torno desta situação que produziu o conflito. Estudos recentes relacionam as mágoas, ressentimentos e afins como sentimentos capazes de provocar diversos distúrbios, entre os quais, a depressão. As religiões falam da virtude do perdão como uma das condições essenciais para alcançarmos a Misericórdia para nós mesmos através do ato de perdoar o outro.

A necessidade do auto perdão é muito pouco falada. O auto perdão é a aceitação das nossas difuldades, dos erros que cometemos, da nossa imaturidade para lidar com certas situações na vida. Nos cobramos tanto e quando não alcançamos os objetivos pr…

Do plural ao singular

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Entrevista José Antônio Ramalho
De olho no crescimento das redes sociais, as empresas passaram a bolar estratégias cada vez mais criativas para conquistar os usuários do Twitter e Facebook. Essas ferramentas estão mudando o discurso de marketing e o relacionamento entre mercado e público consumidor, analisa o escritor e consultor José Antônio Ramalho, autor de Mídias sociais na prática", publicado pela Campus/Elsevier.

O GLOBO: O que mudou no comportamento das empresas nas redes sociais?
JOSÉ A. RAMALHO: No início, elas se cadastraram como mais um membro das redes sociais. Mas depois resolveram mudar a abordagem. Deixaram de se comunicar como "nós" para estabelecer uma relação com o consumidor através da mesma pessoa. Algumas chegaram a criar personagens para se relacionar com os usuários.

* Pode citar um exemplo?
RAMALHO: A Audi foi uma das primeiras a criar um personagem para falar em nome dela. Quem deu vida a esse avatar foi um jornalista. Embora pessoas soubessem que…

A EDUCAÇÃO E SEUS ATUAIS DESAFIOS

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Pelo que foi observado em trabalhos realizados com educadores, parece haver uma incompatibilidade de idéias entre os teóricos, legisladores e os professores que vivem a rotina na sala de aula. Em geral os professores dizem não serem ouvidos quando alguma modificação é feita pelos legisladores.
A impressão que dá é a existência de um abismo entre teoria e a prática de uma educação que no cotidiano segundo os educadores é repleta de percalços que vão além da tarefa de ensinar.

Vivemos num país que ainda não conseguiu efetivar projetos capazes de produzir  uma qualidade de educação que consiga corresponder ao crescimento da importância do Brasil no cenário da economia mundial.

Que tipo de educação precisamos numa nação de dimensões continentais como a nossa e de características tão peculiares, sendo a mais marcante a diversidade cultural, aliado às diferenças individuais que cada aluno traz das suas vivências anteriores à presença na escola, somando-se a um mundo com avanços tecnológico…

É depressão ou tristeza?

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Miguel Chalub


"O homem não aceita mais ficar triste"
Uma das maiores autoridades brasileiras em depressão, o médico Miguel Chalub diz que, hoje, qualquer tristeza é tratada como doença psiquiátrica. E que se prefere recorrer aos remédios a encarar o sofrimento.



RECEITA

Chalub afirma que muitos médicos se rendem aos laboratórios farmacêuticos e Indicam antidepressivos sem necessidade.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que a depressão será a doença mais comum do mundo em 2030 – atualmente, 121 milhões de pessoas sofrem do problema. Para o psiquiatra mineiro Miguel Chalub, 70 anos, há um certo exagero nessas contas. Ele defende que tanto os pacientes quanto os médicos estão confundindo tristeza com depressão. "Não se pode mais ficar triste, entediado, porque isso é imediatamente transformado em depressão",disse em entrevista à ISTOÉ.



"Hoje, brigar com o marido, sair do emprego, qualquer motivo é válido para se dizer deprimido. Mas o sofrimento não signific…
Este texto da Martha Medeiros tem cores fortes no trecho que fala da nossa covardia e preguiça diante de uma efetiva tomada de posição frente àquilo que optamos por esquecer (penúltimo parágrafo). Na minha opinião, nos definir como covardes ou preguiçosos nas situações que somos em algum momento incapazes de encarar com a lucidez e vigor de quem busca estar bem consigo mesmo e com o mundo, serve para ampliar a extensão de uma circunstância em nossas vidas que apenas poderiam ser definidas como experiências - atitudes de uma vida que ainda opta por ignorar a possibilidade de se movimentar de outros modos no mundo em função de uma visão perceptiva restrita mas que pode aprender a se ampliar. Por isso que admitir o "incômodo", usando as palavras da autora, não é "fricote", mas importante elemento de libertação do indivíduo que também está no mundo.
'Tempos de amnésia obrigatória'
" Esquecemos de quem somos. Dos nossos ideais, das nossas vontad…

Um exercício: em quem ou no que confiar?

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Esta música do Djavan em parceria com Gabriel o Pensador chama-se  A Carta e faz parte do CD Bicho Solto XVIII (1998). Foi uma música desconhecida de um CD que já esteve presente num de meus antigos posts, mas pela força da canção, resolvi trazê-la novamente com um novo olhar, pois a mesma me tocou de um modo diferente e percebi que ela pode servir de base para pensar sobre este delicado caminho do meio entre a preocupação excessiva em ser perfeito e a ação que busca estar presente, preparado no que faz, mas com a leveza de fazer o melhor apenas sem se preocupar tanto com o resultado. Foi uma música desconhecida de um CD que teve o sucesso "eu te devoro". Adoro Djavan, tenho o CD e vê- lo cantando rap, se permitindo a usar uma forma diferente de cantar que estava habituado e juntando-se ao jovem Gabriel o Pensador com esta letra incrível, foi lindo.Esta canção continua evocando para mim questões bem atuais.
É visível o quanto o mundo avançou trazendo mais conhecimento, confor…
14a Conferência Nacional de Saúde
Brasília, DF - 30 de novembro a 04 de dezembro de 2011
SAÚDE COMO SEGURIDADE SOCIAL É DESAFIO DO SUS
Melhorar o acolhimento dos usuários e renovar estratégias de participação e controle público também estão na pauta de 14 Conferência de Saúde. Um cidadão idoso que recebe o Benefício de Prestação Continuada e gasta a maior parte do salário mínimo para comer melhor e para comprar remédios, sente, em sua vida, a falta de integração entre políticas públicas de assistência e seguridade social. A informação sobre o uso do benefício, proveniente do estudo da Universidade Federal do Espírito Santo, ajuda a entender porque as políticas públicas de saúde, previdência e assistência que juntas formam a seguridade social, precisariam estar articuladas, conforme aponta Sônia Fleury, da Fundação Getúlio Vargas no Rio de Janeiro. "As pessoas usam o benefício para comprar remédios que deveriam ser dados a elas se as ações fossem integradas. Se é para fo…
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"Remembering that you are going to die is the best way I know to avoid the trap of thinking you have something to lose. You are already naked. There is no reason not to follow your heart. Stay hungry. Stay foolish." -Steve Jobs 1955/2011.




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Análise da Mídia
Regular a publicidade para proteger as crianças
A infância é uma fase peculiar de desenvolvimento na qual a criança precisa de cuidados especiais. De maneira geral, este foi o argumento utilizado por organizações da sociedade civil que atuam pelos direitos da infância e da adolescência durante seminário realizado na Câmara dos Deputados para discutir sobre o Projeto de Lei 5.921/2001.
De autoria do deputado Luis Carlos Hauly (PSDB/PR), o PL tem por finalidade restringir a publicidade para a venda de produtos infantis. O tema é polêmico, uma vez que, no Brasil, qualquer tentativa de regulamentação é confundida com censura. "Precisamos perder o medo de marco regulatório e controle social. Regular não é oprimir", destacou Roseli Goffman, representando o Conselho Federal de Psicologia (CFP) no seminário. A psicóloga ponderou que não há pretensões por parte da sociedade civil, de proibir a publicidade de produtos infantis, mas pretende-se que esse tipo de ação seja …

E o Brasil segue engatinhando

Por Helena Moura
*Não registrei a data desta publicação na fonte porque me desfiz do jornal sem anotar a  mesma e não encontrei na internet. Mesmo assim optei por registar esta entrevista pelas importantes reflexões que ela traz.
Os investimentos do governo em inovação crescem sistematicamente. Mas para Heloísa Moura, fundadora e parceira da Ghante Inovação, o Brasil nesse quesito ainda está "aquém das grandes economias e tem baixa taxa de conversão em benefícios para a sociedade", diz. Isso sem mencionar a qualidade do gasto, entre outros problemas estruturais.
O GLOBO: O que o governo tem feito para estimular a inovação? HELOÍSA MOURA: Neste ano o governo ampliou os recursos da Finep como parte do plano Brasil Maior, chegando a 8 bilhões - 33% a mais do que no ano de 2010 e 75% superior em relação a 2009. entre 2000 e 2008, os gastos públicos em pesquisa e desenvolvimento tiveram alta de 170%. Mais ainda que o investimento em inovação tenha crescido significativamente, ele est…