JANEIRO BRANCO: MÊS DA SAÚDE MENTAL, SAÚDE MENTAL SEMPRE

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Falar de saúde mental é compreender que esta é, sem medo de ser audaciosa em minha posição, o território, o recurso natural, a tecnologia mais valiosa da existência que cabe ao ser humano explorar. Como ainda somos estrangeiros dentro de nós mesmos, apesar dos  importantes avanços que somos capazes de criar. 

As perspectivas de crescimento dos transtornos mentais e seus inegáveis danos à saúde e à produtividade por cada vez mais incapacitarem ao trabalho e ao desfrutar da vida, torna-se cada vez mais algo que não mais pode ser ignorado, daí a iniciativa de transformar o mês de Janeiro no mês da Saúde Mental -  JANEIRO BRANCO.

Em muitas ocasiões o PSICOLOGIA EM FOCO falou sobre o quanto se tornou insustentável manter a separação corpo e alma - O penso, logo existo de Descartes, somado a todos os pensadores que forjaram a estrutura e o funcionamento do Ocidente, tem se mostrado ineficaz ao longo dos anos para dar conta da comp…

A busca de uma fórmula



Regina Bomfim


É no mínimo questionável se pensar numa fórmula para viver. É, mas estamos no mundo, vivemos em sociedade e desde a sua criação, foram elaboradas regras para facilitar as nossas relações, isto faz parte do jogo.Todavia,  estas regras, com a evolução do que representa viver em sociedade, foram se tornando complexas porque passaram a ter múltiplas interpretações de acordo com o interesse de alguns.


Nestes tempos festivos, o convite à reflexão sobre as experiências vividas no ano que termina, me faz lembrar dos homens que foram importantes para a humanidade, não tanto pelo que inventaram, mas pela atenção que deram a busca da emancipação do Homem. É o Homem com letra maiúscula, ou seja, o homem que está no mundo, cria, mas que também pensa sobre o seu real destino. Homens (e Mulheres) que dedicaram suas vidas a ser um exemplo positivo para a Humanidade como Mahatma Ghandi, Sócrates, o filósofo grego e Jesus de Nazaré, entre tantos outros famosos ou anônimos.


Estes homens colocaram em suas próprias vidas aquilo que pregaram e tiveram uma conduta no mundo em que a simplicidade prevaleceu. Podemos ser contra ou a favor ao que eles pregaram, mas não podemos negar que foram íntegros e buscaram fazer o melhor para o bem deste mundo. O que sempre me chamou a atenção neles, foi o quanto eram convictos no que pregavam e não pretendiam mudar ninguém à força. Apenas jogavam suas sementes e seguiam, deixando que florescessem no tempo que tivessem que florescer e a sua despretensão fez com que conquistassem sobretudo a perenidade de suas idéias entre nós apesar de não mais existirem. Isto é para poucos.


Estes homens falaram cada um a seu modo, para que o indivíduo buscasse vencer a si mesmo para deste modo serem um elemento positivo no mundo.


Quero pois,  saudar a estes homens convictos do que pregavam, incompreendidos ainda em seus discursos, mas que continuam vivos através de suas idéias. Que a  persistência lúcida que eles tiveram, nos inspire a seguir adiante cada vez mais serenos e convictos do que somos porque o mais importante é que cada um encontre a sua própria fórmula, que se permita a essa procura.



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