POSTS PROGRAMADOS NO PERÍODO DE FESTAS

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Olá queridos leitores, como têm sido esta maratona de festas? Tive a ideia de fazer uma mistura de posts novos e antigos que já estão programados. Eles vão acontecer diariamente a partir do dia 19/12 até 01/01 às 8h para quem acessar diretamente o blog ou se inscrever para receber o Feed.

Quem costuma acompanhar o blog pelas redes sociais os posts de compartilhamento acontecem mais tarde quando tenho alguma pausa.

Antes de tudo, quero agradecer a você leitor pela atenção ao meu blog. É bom saber que você está aí do outro lado, que você deu uma olhadinha, saiba que pra mim isso faz toda a diferença que mesmo nesta rápida olhada, você pode ter encontrado uma frase ou uma palavra que fez diferença em alguma reflexão sua e uma semente foi plantada em sua alma. Sabe, fico muito feliz se ao menos conseguir deixar uma semente.

Evidentemente, gostaria de uma maior participação sua, que o blog crescesse, mas sinto que ele cresce no ritmo que tem que crescer. O m…

Psicoterapia: sobre levar pacientes mais longe do que você foi




"Frequentemente quando encontro um paciente lutando com algumas das mesmas questões neuróticas que me perseguiram durante toda a vida, questiono se posso levar meu paciente para além do ponto em que eu mesmo cheguei.



Há dois pontos de vista opostos: uma visão analítica tradicional mais antiga em menos evidência hoje, depende que somente o terapeuta cabalmente analisado é capaz de acompanhar os pacientes até uma resolução completa dos problemas neuróticos, ao passo que os pontos cegos dos clínicos com questões neuróticas não resolvidas limitam a ajuda que são capazes de oferecer.

Um dos aforismos de Nietzche expressa uma concepção oposta: "Alguns não consegue afrouxar suas algemas e, ainda assim são capazes de redimir seus amigos". O ponto de vista de Karen Horney sob o impulso de auto-realização (que indubitavelmente emerge da obra de Nietzsche) é relevante: se o terapeuta remover os obstáculos, os pacientes amadurecerão naturalmente e perceberão seu potencial até mesmo atingindo um nível de integração além daquele do terapeuta facilitador (...)."
(Irvin D.Yalom)

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