JANEIRO BRANCO: MÊS DA SAÚDE MENTAL, SAÚDE MENTAL SEMPRE

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Falar de saúde mental é compreender que esta é, sem medo de ser audaciosa em minha posição, o território, o recurso natural, a tecnologia mais valiosa da existência que cabe ao ser humano explorar. Como ainda somos estrangeiros dentro de nós mesmos, apesar dos  importantes avanços que somos capazes de criar. 

As perspectivas de crescimento dos transtornos mentais e seus inegáveis danos à saúde e à produtividade por cada vez mais incapacitarem ao trabalho e ao desfrutar da vida, torna-se cada vez mais algo que não mais pode ser ignorado, daí a iniciativa de transformar o mês de Janeiro no mês da Saúde Mental -  JANEIRO BRANCO.

Em muitas ocasiões o PSICOLOGIA EM FOCO falou sobre o quanto se tornou insustentável manter a separação corpo e alma - O penso, logo existo de Descartes, somado a todos os pensadores que forjaram a estrutura e o funcionamento do Ocidente, tem se mostrado ineficaz ao longo dos anos para dar conta da comp…

É PRECISO CORAGEM PARA MUDAR O CONCEITO DE PRODUTIVIDADE




Fonte: ABRH-RJ
Os gestores de Recursos Humanos que querem mudar o conceito de produtividade em suas organizações precisam ter coragem e capacidade técnica para valorizar o capital humano e sua contribuição criativa no resultado de negócio. Para tanto, é necessário produzir transformações, analisar estrategicamente a realidade e repensar a atuação. A análise é consenso entre Marco Dalpozzo, da Comatrix Gestão e Consultoria, e Marta Pimentel, gerente e coordenadora de Programas Abertos da Fundação Dom Cabral. Os especialistas em RH magna no segundo dia do Congresso RH-RIO 2004 com o tema RH: a construção em nossas mãos.

Marco, que tem experiência como diretor de RH de grandes empresas como Vale, Parmalat e Unilever, adianta que, quando se analisa a produtividade é preciso levar em conta uma realidade de quase pleno emprego nas organizações do século XXI e de um mundo empresarial cada vez mais orientado aos serviços e menos para a indústria. Nesse cenário, diz, o principal desafio das organizações é saber desfrutar o talento humano de todas as pessoas e em todos os níveis.
- Gente é ainda mais relevante nos dias de hoje. É uma grande oportunidade de o RH gerar valor para o negócio e para as pessoas. A produtividade do século XXI será mais qualitativa do que quantitativa - observa.
LUCRATIVIDADE E QUALIDADE DE VIDA
Neste sentido, Marta Pimentel chama atenção para o fato de que a ampliação do olhar da produtividade além das questões financeiras está alinhada com as grandes discussões que acontecem no mundo de uma maneira geral. Ela cita como exemplo o equilíbrio entre lucratividade e qualidade de vida.
- Para passar a teoria para a prática, é preciso ter visão de futuro. No Brasil, muitas organizações já trabalham nesse propósito. Outras estão predispostas a fazer diferente e esse é o primeiro passo para mudanças - diz a professora da Fundação Dom Cabral
POSTURA DO RH É FUNDAMENTAL
Para desempenhar bem o seu papel dentro desse novo cenário, no entanto, o RH precisa dar condições aos colaboradores de responder ao desafio de equilibrar habilidades como rapidez de resposta, flexibilidade, criatividade, senso do oportunidade, conhecimento do negócio e visão sistêmica de mercado onde ele está inserido. Mas os especialistas concordam também que essa missão é complexa e de longo prazo.

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