JANEIRO BRANCO: MÊS DA SAÚDE MENTAL, SAÚDE MENTAL SEMPRE

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Falar de saúde mental é compreender que esta é, sem medo de ser audaciosa em minha posição, o território, o recurso natural, a tecnologia mais valiosa da existência que cabe ao ser humano explorar. Como ainda somos estrangeiros dentro de nós mesmos, apesar dos  importantes avanços que somos capazes de criar. 

As perspectivas de crescimento dos transtornos mentais e seus inegáveis danos à saúde e à produtividade por cada vez mais incapacitarem ao trabalho e ao desfrutar da vida, torna-se cada vez mais algo que não mais pode ser ignorado, daí a iniciativa de transformar o mês de Janeiro no mês da Saúde Mental -  JANEIRO BRANCO.

Em muitas ocasiões o PSICOLOGIA EM FOCO falou sobre o quanto se tornou insustentável manter a separação corpo e alma - O penso, logo existo de Descartes, somado a todos os pensadores que forjaram a estrutura e o funcionamento do Ocidente, tem se mostrado ineficaz ao longo dos anos para dar conta da comp…

UM ENCONTRO DE GERAÇÕES: EXPERTISE VERSUS OUSADIA





Como as organizações podem ganhar com a convivência entre profissionais de épocas e perspectivas distintas

Por Luciana Calaza
Fonte: Boa Chance
* Este texto é de 09/08/2013

Estabilidade versus imediatismo. expertise versus ousadia. As empresas e seus administradores ainda estão aprendendo a gerenciar potencialidades e fragilidades de cada geração - os baby boomers, os X,Y e Z. Mesclar o formal e o informal, o terno e gravata com o tênis, os informativos impressos com os sites, blogs e redes sociais. O Boa Chance convidou dois profissionais das duas gerações que predominam no mercado de trabalho - a X e a Y para um bate papo intermediado pela consultora de RH Jacqueline Resch RH.


Gean Douglas Costa tem 41 anos de idade e 21 de carreira. Graduado em engenharia civil, tem MBA em gestão e está há uma ano na Nova Rio como diretor de Facilities onde gerencia diferentes áreas em que a empresa atua como prestadora de serviços terceirizados. No emprego anterior ficou 14 anos. Piercing no nariz, a administradora Fernanda Veiga, de 24 anos é estagiária da TIM, morou um ano em Londres e está no seu terceiro emprego. ela entrou na empresa de telefonia em 2011, na a´rea de qualidade e desde o ano passado, quando participou de um job rotation, está no RH.

Como profissionais do seu tempo, ambos têm perfis em redes sociais - os dois estão no Facebook e no Linkedin, e Fernanda está também no Instagram e no Twitter. confira os principais tópicos do debate, que pode ser acompanhado em video, no nosso site*.

VALORES IMPORTANTES
GEAN: Quando entrei no mercado de trabalho, busquei uma empresa com a estrutura sólida, de competência reconhecida no mercado e disposta a investir no meu crescimento profissional. Hoje continuo pensando no meu crescimento, mas também me atraem valores como respeito ao cliente, idoneidade, integridade, lealdade, honestidade, respeito e valorização das pessoas, política do ganha-ganha e responsabilidade social e ambiental.
FERNANDA: O que me atrai numa empresa é a questão do desenvolvimento. Quero perceber que o investimento da minha carreira é uma real preocupação da empresa. Outro valor que busco é o incentivo ao "pensar fora da caixa", o que faz com que o colaborador se desafie constantemente.

O QUE AS EMPRESAS BUSCAM?
GEAN: Quando ingressei no mercado, as empresas buscavam pessoas com conhecimentos práticos e teóricos, além de disponibilidade, motivação e comprometimento. O que mudou nos últimos 20 anos é que, além desses requisitos básicos, foram integrados variáveis como velocidade, inovação, produtividade e rentabilidade financeira.
FERNANDA: Considerando as habilidades comportamentais, acredito que as empresas valorizam a iniciativa, a inovação, a energia realizadora e o trabalho em equipe. Já se considerarmos as habilidades técnicas, as ferramentas de computação e o inglês aparecem de forma significativa.O lado acadêmico também tem seu peso, já que precisamos estar nos reciclando o tempo todo, com MBA; pós-graduação etc.

FONTE DE APRENDIZADO
GEAN: Certa vez convidei um estagiário para participar de uma reunião importante na empresa, estávamos trabalhando na customização de um sistema informatizado de gestão de serviços. O rapaz deu uma ideia fantástica.Ele fez uma reengenharia que resolveu um dos entraves do sistema usando um mecanismo de jogo eletrônico. Com isso aprendi a lição de que todas as pessoas de uma equipe de trabalho devem ser valorizadas, independentemente do nível hierárquico, afinal possuem algo de valor que pode contribuir com a nossa melhora contínua.
FERNANDA: Aprendi principalmente com as minhas gestoras, a alinhar minhas expectativas e gerenciar minha ansiedade - característica bastante presente na minha geração - evitando que isso impacte de forma negativa no meu trabalho.





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