28 de jun de 2015

NINGUÉM, NINGUÉM: UM TOQUE DE ARTE






Ninguém é tão forte
Que nunca tenha chorado…
Ninguém é tão fraco
Que nunca tenha vencido…
Ninguém é tão inútil
Que nunca tenha contribuído…
NInguém é tão sábio
Que nunca tenha errado…
Ninguém é tão corajoso
Que nunca tenha sentido medo…
Ninguém é tão medroso
Que nunca tenha tido coragem…


(Anônimo)



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27 de jun de 2015

CULPA, AUTOPUNIÇÃO, QUEM NUNCA SE LASTIMOU?: TODO MUNDO ERRA.








"(...) Não te crucifiques na consciência de culpa, depois de reconheceres o teu erro.
Não te encarceres em sombras, depois de identificares os teus delitos
Não te amargures em demasia, descobrindo-te equivocado."

Joanna de Angelis

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14 de jun de 2015

ÁLCOOL NAS UNIVERSIDADES: UMA ATENÇÃO NECESSÁRIA


Por 
​Thiago Nassa​
Resultado de imagem para ALCOOL NAS UNIVERSIDADESO ingresso numa faculdade é um dos momentos mais esperados pelos jovens brasileiros. É uma fase de transformação e amadurecimento. Mas será que todos os recém-universitários estão preparados para isso? Muitos se perdem no meio do caminho, pois acham que podem fazer de tudo.

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13 de jun de 2015

MEDO, ANSIEDADE, ANGÚSTIA E O MUNDO MODERNO: MATANDO OS LEÕES DE ONTEM E DE HOJE, UMA BREVE REFLEXÃO PROVOCATIVA


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"A angústia remete o homem para o seu poder ser mais próprio. Coloca-o frente à frente com sua possibilidade de escolher a si mesmo, assumindo-se na sua escolha"
Ana Maria Feijoo


 Não é objetivo deste texto aprofundar as múltiplas dimensões do medo, angústia e ansiedade nem tampouco diferenciá-los, pois podem ter diferentes significados sob o ponto de vista teológico, antropológico, médico dentre outros. A finalidade é lançar uma breve reflexão filosófica e psicológica de um tema complexo e que merece atenção por estar muito presente nos dias atuais. Na minha opinião, tudo acaba sendo medo.

Quem gosta de sentir medo, angustiado ou ansioso? Ninguém. Porém, pode ser interessante compreender que estes sentimentos também são inerentes à existência humana, ou seja, estão presentes no caminhar do Homem desde o início nos momentos de desbravar  um mundo ainda hostil. É o reflexo de lutar ou fugir. Entre vitórias e derrotas ligadas a esta conquista com ou sem a pedra lascada, conseguimos evoluir.

Hoje os esforços são mais "mentais" e as hostilidades são de outra ordem, porque o mundo se tornou altamente sofisticado em suas demandas, mas os sintomas remanescentes da busca pela sobrevivência dos tempos primitivos ainda existem. Antes era um estado de alerta  na iminência de um ataque. Hoje nosso corpo se coloca em posição de ataque muito mais em função de alguma situação que nos causa algum desconforto emocional.

A angústia do homem moderno pode ser compreendida como um alerta de algo que precisa ser mudado, entendido/vivido de um outro modo, mesmo que doa... E como dói. Assim, como o corpo dá sinais de esgotamento exigindo de cuidados médicos, a alma também dá sinal exigindo o mesmo cuidado e estes dois elementos, alma e corpo, começam a ser entendidos cada vez mais como uma complexa unidade capazes de se comunicarem.

A alma precisa de atenção, como disse Sócrates, "Homem, conhece-te a ti mesmo". Com ou sem a ajuda de um psicólogo, buscar estar atento aos sinais físicos e emocionais de si mesmo é qualidade de vida que naturalmente se estenderá em cuidado com o outro, produzindo relações menos defensivas, violentas.

Regina Bomfim
Psicóloga Clínica
Contato: 21 98186-1952/ 99489-2311
http://reginabomfim.blogspot.com.br
twitter: @reginabomfim2

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6 de jun de 2015

PAROLAGEM DA VIDA: SOBRE A IMPORTÂNCIA DAS ARTES PEDINDO LICENÇA A DRUMMOND



Parolagem da Vida
(Carlos Drummond de Andrade)


Como a vida muda.

Como a vida é muda.

Como a vida é nula.

Como a vida é nada.
Como a vida é tudo.
Tudo que se perde
mesmo sem ter ganho.
Como a vida é senha
de outra vida nova
que envelhece antes
de romper o novo.
Como a vida é outra
sempre outra, outra
não a que é vivida.
Como a vida é vida
ainda quando morte
esculpida em vida.
Como a vida é forte
em suas algemas.
Como dói a vida
quando tira a veste
de prata celeste.
Como a vida é isto
misturado àquilo.
Como a vida é bela
sendo uma pantera
de garra quebrada.
Como a vida é louca
estúpida, mouca
e no entanto chama
a torrar-se em chama.
Como a vida chora
de saber que é vida
e nunca nunca nunca
leva a sério o homem,
esse lobisomem.
Como a vida ri
a cada manhã
de seu próprio absurdo
e a cada momento
dá de novo a todos
uma prenda estranha.
Como a vida joga
de paz e de guerra
povoando a terra
de leis e fantasmas.
Como a vida toca
seu gasto realejo
fazendo da valsa
um puro Vivaldi.
Como a vida vale
mais que a própria vida
sempre renascida
em flor e formiga
em seixo rolado
peito desolado
coração amante.
E como se salva
a uma só palavra
escrita no sangue
desde o nascimento:
amor, vidamor!
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