O MUNDO PRECISA DE MENSAGENS POSITIVAS: UM TOQUE DE ARTE

Não se incomode O que a gente pode, pode O que a gente não pode explodirá A força é bruta E a fonte da força é neutra E de repente a gente poderá
Realce, realce Quanto mais purpurina melhor Realce, realce Com a cor-do-veludo, com amor Com tudo de real teor de beleza Realce, realce, realce, realce Realce, realce, realce, realce
Não se impaciente O que a gente sente, sente Ainda que não se tente afetará O afeto é fogo E o modo do fogo é quente E de repente a gente queimará
Realce, realce Quanto mais parafina melhor Realce, realce Com a cor-do-veludo, com amor Com tudo de real teor de beleza Realce, realce, realce, realce Realce, realce, realce, realce
Não desespere Quando a vida fere, fere E nenhum mágico interferirá Se a vida fere Com a sensação do brilho De repente a gente brilhará
Realce, realce Quanto mais serpentina melhor Realce, realce Com a cor-do-veludo, com amor Com tudo de real teor de beleza Realce, realce, realce, realce

Não sei bem qual é o público que lê o blog. Ainda não fiz este estudo. Pode ser que vocês l…

EIXORIO, UM ESPAÇO PARA TROCA DE IDEIAS



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Social Immersion Bootcamp, programa inédito no Brasil, oferece vagas para empreendedores cariocas


Fonte: Boa Chance


Desde o dia 26 de junho, uma casa em Botafogo é sede de encontros, debate e troca de ideias entre um grupo de profissionais estrangeiros e empreendedores cariocas. O local abriga o Instituto EixoRio, órgão de articulação urbana da prefeitura da cidade do rio de Janeiro que firmou uma parceria com a Social Starters, uma organização não governamental britânica especialista no desenvolvimento de carreiras e empreendedorismo, para a realização do Social Immersion Bootcamp.


Inédito no Brasil e com duração de seis semanas (será concluído em 31 de julho), o programa oferece workshops e cursos de empreendedorismo social para 12 estrangeiros e 19 jovens empreendedores culturais do Rio, escolhidos a dedo pelas duas instituições.

Vindo de países como Estados Unidos, Inglaterra, Holanda, Espanha, Itália e Austrália, os profissionais trabalham ou já trabalharam em empresas como McLaren, Merryl Lynch, Accenture e Ernest Young e custearam seus próprios gastos para atuar como voluntários no Brasil. Já os participantes brasileiros são de segmento criativo, com projetos na área de arte e cultura, e estão em busca de um empurrãozinho para que suas iniciativas possam decolar.
- O objetivo da ação é que os dois lados aprendam, ensinem e troquem experiências nas áreas de arte, cultura, esporte e empresas socialmente ativas - explica JIsele Steele, diretora do Social Starters.

CONCEITO

O Brasil é o terceiro país a receber um programa desse tipo. Antes de desembarcar por aqui a ONG implementou projetos nesse mesmo estilo na Índia e Quênia. O Sri Lanka será o próximo a receber a iniciativa. No Brasil, uma segunda edição está prevista para outubro deste ano.

Para Jiselle, a paixão e criatividade são as duas palavras que definem os empreendedores cariocas. Numa comparação com os participantes de outros países, ela revela que o que falta aos empreendedores daqui é conhecimento de gestão e de aplicação de planos de negócios - ações fundamentais para qualquer projeto avançar. Na Índia, ao contrário do que acontece aqui, os participantes têm esses pontos bem estruturados. No Quênia, a deficiência está na questão do conceito - empreendedorismo social é algo ainda novo para a população de lá.

Os profissionais estrangeiros têm experiências bem-sucedidas em grandes empresas e podem contribuir muito para que projetos culturais no Rio de Janeiro cresçam e atinjam cada vez mais pessoas, segundo avalia o coordenador de Relações Internacionais do Instituto EixoRio, Robert Malengrau.
-Eles estimulam os empreendedores a pensar fora da caixa e sair da zona de conforto. Observo que no Rio os projetos contam com uma criatividade imensa, mas têm dificuldades para balancear sustentabilidade financeira e impacto social

POTENCIAL

 Wanderson Luna, responsável pela Rede Carioca de Rodas de Samba, reconhece o potencial desses encontros. Formado em Ciências Sociais, ele coordena a organização de 16 rodas de samba no Rio, incluindo a da Pedra do Sal e a da Feira da Glória que atualmente conseguem reunir 30 mil pessoas e gerar 300 empregos diretos e indiretos.

Luna é um dos beneficiados pelo programa e está recebendo mentoria da inglesa Jenna Mackle, graduada em música e com experiência no engajamento e apoio a grupos menos favorecidos.
- Ela destaca os pontos fortes e fracos do meu projeto e me ajuda a elaborar um plano de negócios para angariar financiamentos e apoios - comenta o empreendedor.

Jenna também diz que a troca de ideias está sendo fundamental para concretizar um projeto que tem em mente há anos: criar um programa que una desenvolvimento musical e social.
- Quero ajudar as pessoas a se engajarem nessa área.



ATIVIDADES DO PROGRAMA INCLUEM:

  • Curso rápido em empreendedorismo social global e inovação social;
  • Pensamento criativo, enfoque no projeto e cursos de solução de problemas;
  • Introdução a métodos de startups, teste e experimentação de ideias de negócio;
  • Vivência de trabalhos e desafios com startups sociais no rio de Janeiro;
  • Como lidar com os desafios cotidianos dos empreendedores locais;
  • Desenvolvimento do papel de "Consultor de Empreendedorismo Social";
  • Excursões adicionais para conhecer alguma das melhores realidades que o Rio oferece, entre artes e cultura

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