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Mostrando postagens de Janeiro, 2016

PSICOLOGIA: OUTROS OLHOS

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Psicologia não é apenas, um conjunto de conceitos científicos convertida numa uma atividade profissional que se apresenta como espaço para se tratar da dor, do desajuste, mas sua finalidade última reside no crescimento pessoal, dando ao indivíduo a oportunidade de ser acolhido independente do seu modo de pensar e sentir descobrindo o melhor que há em si mesmo e com isso colaborar no mundo de modo realista, positivo e inovador seja qual for a circunstância. O psicólogo é um agente motivacional e político, promotor de saúde em suas várias áreas de atuação pois vê na mente um elemento de grande importância para o bem estar integral do ser humano.

QUANDO A BRINCADEIRA É COISA (MUITO) SÉRIA

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Para capacitar líderes, empresas recorrem a atividades lúdicas e apresentação de escolas de samba
Fonte: Boa Chance
Nada de salas fechadas com pessoas encarregadas de explicar conceitos por meio de apresentações de Power Point e funcionários atentos às anotações. as empresas cada vez mais querem fugir do lugar comum quando o assunto é capacitação de líderes e colaboradores. e, nesse contexto, vale tudo: desde soluções com blocos de montar (os famosos Legos), culinária e jogos até a inusitada presença de escolas de samba no ambiente corporativo, com direito a fantasias e instrumentos musicais.

CERTO OU ERRADO?

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JUVENTUDE E VELHICE

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Por Joanna de Ângelis


Tornou-se ontológica a forma inamistosa do ser em relação à velhice, que considera como decadência, amargura, soledade, doença e morte, na visão estreita da imaturidade psicológica. Para esse, viver é acalentar sonhos permanentemente juvenis, sensações brutalizantes e de efeito rápido, passando de uma para outra entre insatisfações e conflitos íntimos. 

PASSO A PASSO COM MUITO AMOR A NÓS MESMOS

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DIVIDINDO COTAS PARA MULTIPLICAR RESULTADOS

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Aumenta o número de empresas que transformam alguns colaboradores em sócios do negócio para obter desempenho mais positivo

Fonte: Boa Chance
Na década de 1970 quando era dono de corretora de valores Garantia, o empresário brasileiro Jorge Paulo Lemann deu início a uma cultura empresarial própria, inspirada no modelo de gestão do banco norte-americano Goldman Sachs. Entre as práticas, que envolviam treinamento intenso de funcionários, aplicação de forte cultura de meritocracia e de mecanismos para dar oportunidades de crescimento ás pessoas, o que mais chamou atenção de Lemann era a possibilidade de colocar de pé um sistema de partnership, nada mais que um processo de transformação de colaboradores em sócios por meio de distribuição de ações.

EM TEMPOS DE GRANDE VOLUME DE INFORMAÇÕES : REPRODUÇÃO OU BUSCA DE EMBASAMENTO?

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" (...) Eu não acho que artistas tenham qualquer responsabilidade com que quer ou o que quer que seja . Mas acredito que o ato de escrever e de lidar com o mundo ao redor de nós é importante. Eu não acho que escrevi uma grande peça quando ela tem algo de 'importante' a dizer. ela é importante porque eu exprimi meus pensamentos por meio do texto dramático, e aquelas palavras podem dar origem a uma conversa sobre um assunto que seja de fato importante. É muito difícil para a arte mudar o mundo, mas nós podemos fazer perguntas usando a arte e podemos construir narrativas de formas novas e provocantes. Isso é o bastante para mim. Na verdade, eu não gosto quando artistas - escritores, atores, diretores - usam sua fama para criar as nossas opiniões; no máximo, talvez seja aceitável que eles nos informem de uma situação desconhecida. Mas eu sempre quero formar a minha opinião em vez de vomitar informação que outra pessoa elucubrou por mim(...)."
Neil Labute, dramaturgo ameri…

CORTES SEM CRITÉRIOS PODEM TRAZER RISCOS AO PRÓPRIO NEGÓCIO

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Leyla Nascimento diz que crise econômica dificultou a tomada de decisões nas empresas e anulou os planejamentos feitos em 2014
Fonte: Boa Chance
"As empresas que demitem profissionais com talento e competência vitais para seu negócio em época de crise, têm dificuldades para retomar o crescimento quando o mercado se recupera". A opinião é a da presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos - Brasil e CEO do Instituto Capacitare, Leyla Nascimento, que afirma: é preciso ter critério no momento de decidir quem fica e quem sai quando o corte de pessoas é inevitável. Sem uma estratégia bem definida, essas escolhas podem colocar em risco o próprio negócio da empresa.