JANEIRO BRANCO: MÊS DA SAÚDE MENTAL, SAÚDE MENTAL SEMPRE

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Falar de saúde mental é compreender que esta é, sem medo de ser audaciosa em minha posição, o território, o recurso natural, a tecnologia mais valiosa da existência que cabe ao ser humano explorar. Como ainda somos estrangeiros dentro de nós mesmos, apesar dos  importantes avanços que somos capazes de criar. 

As perspectivas de crescimento dos transtornos mentais e seus inegáveis danos à saúde e à produtividade por cada vez mais incapacitarem ao trabalho e ao desfrutar da vida, torna-se cada vez mais algo que não mais pode ser ignorado, daí a iniciativa de transformar o mês de Janeiro no mês da Saúde Mental -  JANEIRO BRANCO.

Em muitas ocasiões o PSICOLOGIA EM FOCO falou sobre o quanto se tornou insustentável manter a separação corpo e alma - O penso, logo existo de Descartes, somado a todos os pensadores que forjaram a estrutura e o funcionamento do Ocidente, tem se mostrado ineficaz ao longo dos anos para dar conta da comp…

ENTREVISTA DE EMPREGO POR VÍDEO: CUIDADOS




Entrevistas de emprego por vídeo: como aumentar as chances de conquistar uma vaga

Por Eduardo Vanini

Fonte : Boa Chance

O que difere uma entrevista de emprego presencial de outra feita por chamada de vídeo? Nada! Pode parecer um pensamento óbvio, mas especialistas em recrutamento garantem que tem muita gente manchando o currículo quando o contato é remoto. são pessoas que muitas vezes se esquecem de que ambiente virtual nada mais é do que uma extensão da vida real, e deixam de lado cuidados com aparência e comportamento.
- O brasileiro ainda tem uma tendência a achar que entrevista por vídeo não é tão séria quanto os procedimentos presenciais - observa Caio Arnaes, gerente sênior da empresa de recrutamento Robert Half - Já houve um caso em que ao começarmos a conversa com um candidato que estava no interior do país, optamos por desligar o vídeo e ficar só com o áudio, porque a conexão estava ruim. ao fazer isso, escutamos ele acender um cigarro do outro lado. Não foi contratado.


Quem não dá muita bola a estes aspectos deve pensar em mudar de postura. segundo Arnaes, 25% das pessoas entrevistadas nos processos seletivos condizido pela empresa já são feitos dessa forma. E isso ainda está longe do nível máximo.
- Ainda vai crescer muito nos próximos anos - prevê listando como motivos o desenvolvimento das ferramentas digitais, as dificuldades com mobilidade e a redução de custos.


É o caso da Nestlé, que tem investido em recursos digitais para suas entrevistas. Hoje 30% dos processos seletivos da empresa utilizam chamada por vídeo.
- Começamos a expandir a utilização em 2014, e adquirimos alguns IPads para isso - conta o gerente de aquisição de talentos da empresa, Guilherme Neves - em São Paulo, as pessoas não conseguem mais se deslocar num tempo razoável. Além disso, temos processos em outras cidades do Brasil. com esse recursos, economizamos a passagem.

Completamente inserido no mundo digital, o Twitter tem essas ferramentas integradas à rotina da empresa. com as entrevistas não seria diferente: cerca de 40% dos processos seletivos no Brasil utilizam o vídeo, embora sempre ocorra uma etapa presencial. para evitar imprevistos, a empresa envia um e-mail com recomendações aos candidatos na véspera da entrevista. As dicas vão de cuidados com a conexão ao teste das ferramentas
- Indicamos duas ou três opções de programas que podem ser usados, pedimos que logins e senhas sejam testados e que as configurações sejam verificadas - conta Francine Graci, diretora de aquisição de talentos da Twitter da América Latina - ligar o computador 15 minutos da entrevista e testar a qualidade internet e a distância do roteador também é importante.
Atitudes como estas, segundo ela, servem para evitar imprevistos durante a conversa:
- Às vezes, temos mais hora para fazer a entrevista e o participante acaba perdendo dez minutos tentando resolver um problema. quando toma esses cuidados, evita imprevistos
Se bater insegurança com a câmera, Francine também tem boas dicas. Neste caso vale se filmar antes e observar com critério o seu comportamento.
- Quando vamos para uma entrevista pessoal, temos um comportamento em relação à postura que já vem do subconsciente. com o vídeo, isso pode ser esquecido. Às vezes, a pessoa fica mexendo no cabelo ou naquela medalhinha que carrega no pescoço - ilustra.

Celulares devem ser evitados. de acordo com Francine, as câmeras do aparelho podem gerar imagens distorcidas. Se o entrevistado ficar segurando com as mãos, a imagem fica trêmula.

APRENDENDO NA PRÁTICA
Foi numa entrevista que o professor André Botelho, de 39 anos, percebeu o quanto todo cuidado é pouco nesses processos.
-Precisei fazer no horário de almoço, e optei por um café. Como estava barulhento, não foi uma boa escolha - recorda-se.

Mas essa era só a primeira de uma série de três conversas via Skype. O restante foi todo na casa dele, onde a história era outra.
- Como já trabalhava com videoconferência, montei um cenário na minha sala para isso, com uns quadrinhos decorativos na parede. Morava na região central, então vedei a porta para evitar barulho. Também comprei uma luminária que deixava voltada para a parede que ficava de frente para mim, para que a luz rebatesse no meu rosto - conta ele, que garantiu a vaga na escola de atividades criativas Perestroika.

Sem esses cuidados, as chances de sucesso seriam menores. A diretora-geral e sócia da Jobplex Brazil, Ana Maria Montanha, especialista em recrutamento e seleção de altos cargos, reforça que o fato de a entrevista não ser em pessoa não diminui os critérios de avaliação por parte da empresa.
- Não estar preparado para entrevista, não estudar antes do processo, não conhecer a empresa e a falta de pontualidade são erros graves. Mas o pior erro é tratar a entrevista on-line de maneira informal - conclui.



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