JANEIRO BRANCO: MÊS DA SAÚDE MENTAL, SAÚDE MENTAL SEMPRE

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Falar de saúde mental é compreender que esta é, sem medo de ser audaciosa em minha posição, o território, o recurso natural, a tecnologia mais valiosa da existência que cabe ao ser humano explorar. Como ainda somos estrangeiros dentro de nós mesmos, apesar dos  importantes avanços que somos capazes de criar. 

As perspectivas de crescimento dos transtornos mentais e seus inegáveis danos à saúde e à produtividade por cada vez mais incapacitarem ao trabalho e ao desfrutar da vida, torna-se cada vez mais algo que não mais pode ser ignorado, daí a iniciativa de transformar o mês de Janeiro no mês da Saúde Mental -  JANEIRO BRANCO.

Em muitas ocasiões o PSICOLOGIA EM FOCO falou sobre o quanto se tornou insustentável manter a separação corpo e alma - O penso, logo existo de Descartes, somado a todos os pensadores que forjaram a estrutura e o funcionamento do Ocidente, tem se mostrado ineficaz ao longo dos anos para dar conta da comp…

Relação psicólogo e cliente/paciente: um encontro a ser pautado pelo respeito e sensibilidade sem verdades impostas.

 
 
" É necessário que se permita ao paciente desenvolver seus próprios caminhos e verdades, sem nenhuma tentativa de enredá-lo no  campo abusivo dos arbítrios téoricos. A psicoterapia, dessa forma lega ao paciente a sua condição de homem, fazendo com que essa condição seja norma de toda a sua conduta terapêutica. O paciente assim é respeitado de forma única, na medida em que pode descobrir as coisas de seu mundo, e dessa forma, abrir seu campo perceptivo para os fenômenos que fazem parte da sua existência, buscando alternativas dentro daquilo que ele considera como verdadeiro. Não se impõe ao paciente normas e padrões de comportamento, nem tampouco procura-se acoplá-lo a teorias pré-existentes e pré-concebidas numa total revelia à sua própria existência (...)".
Cancello, L. A. G. , " O fio das palvras, Summus Editorial, São Paulo, 1971.
 

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