Post do Dia

"LEVANTA, SACODE A POEIRA"!

26 de jan de 2014

XLI - NO ENTARDECER DOS DIAS DE VERÃO ÀS VEZES: MOMENTO DE POESIA





"No entardecer dos dias de Verão, às vezes,
Ainda que não haja brisa nenhuma, parece
que passa, um momento, uma leve brisa…
Mas as árvores permanecem imóveis
Em todas as folhas das suas folhas
E os nossos sentidos tiveram uma ilusão,
Tiveram uma ilusão do que lhes agradaria…

Ah, os sentidos, os doentes que vêem e ouvem!
Fôssemos nós como devíamos ser
E não haveria em nós necessidade de ilusão…
Bastar-nos-ia sentir com clareza e vida
E nem repararmos para que há sentidos...

Mas graças a Deus que há imperfeição no Mundo

Porque a imperfeição é uma coisa,
E haver gente que erra é original,
E haver gente doente torna o Mundo engraçado.
Se não houvesse imperfeição, havia uma coisa a menos,
E deve haver muita coisa

Para termos muito o que ver e ouvir…"

Fernando Pessoa como Alberto Caieiro


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19 de jan de 2014

LOUVANDO O TEMPO EM SUA MUTAÇÃO









Esta dimensão mutante do tempo muitas vezes nos escapa quando passamos por um longo período de alegrias, dores ou incertezas e aí achamos que tudo permanecerá do mesmo modo. Permanecer do mesmo modo tanto tentando congelar uma alegria e até mesmo uma dor é ter a ilusão de impedir o fluxo de vida que encontrará em nós e até fora de nós um modo de sinalizar a necessidade de reinventar nossos rumos. Depressão, ansiedade, um corpo que dói, uma alma que sangra em silêncio... 
Admitir isso nem sempre é fácil, é um exercício de buscar não abafar os sentimentos porque a forma como nos sentimos conosco mesmos determina as pessoas e experiências que vivenciamos.

Nunca pensar que nosso tempo "acabou", que a felicidade é um tempo que não volta mais. que tudo está fadado a ser permanentemente o mesmo. A gente não sabe, a gente nunca vai saber. E esse não saber não precisa ser assustador, mas pode nos induzir a experimentar mais. Que nós possamos compreender que " tudo passa, tudo sempre passará". Aprendo.

Regina Bomfim
Psicóloga Clínica
bomfimregina2@gmail.com
(21) 9 9489-2311/ 9 8186-1952
http://facebook.com/psicologiaenfoco1

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18 de jan de 2014

OS MOVIMENTOS SOCIAIS: A SENSAÇÃO DE QUE NADA SERÁ COMO ANTES









"A isonomia não significa que todos somos iguais perante a lei, nem que a lei seja igual para todos, mas que todos têm o mesmo direito à atividade política."


Hannah Arendt
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12 de jan de 2014

A ARTE DE NÃO "PROCURAR CABELO EM OVO" E NEM "ENXUGAR GELO": A ARTE DE SER LEVE



É legal a pessoa que tem como filosofia de vida descomplicar. Descomplicar tem muito de saber o que é seu e o que é do outro. Como diz Gonzaguinha na canção, "se é pra ir vamos juntos, se não é já não nem aqui. É aprendizado. Gonzaguinha, filho do compositor e cantor Luiz Gonzaga, cuja relação foi tratada em filme recente, também era um compositor excelente, franco sem meias palavras que surgiu nos festivais universitários. Suas letras de protesto  e românticas tinham um lirismo e ao mesmo tempo intensidade confessional de quem procurou retratar o mundo, seus sentimentos, suas resoluções diante da vida. Sem dúvida está na galeria dos grandes da nossa música popular.

Descomplicar, escolher a leveza é uma conquista de quem pode até um dia ter complicado, mas essa sinceridade no caminho é fundamental na arte de viver. Dedico este texto a uma pessoa que passou pela minha vida e deixou esse ensinamento. Isso era tão parte dele que com certeza nem teve essa pretensão.

Regina Bomfim - Psicóloga
(21) 9 9489-2311 / 9 8186-1952
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bomfimregina2@gmail.com
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11 de jan de 2014

A GENEALOGIA DA VIOLÊNCIA: UMA BREVE VISÃO


A violência que existe em nós, a violência que acha educativo o castigo físico em crianças, a violência contra a mulher tão presente nas recentes notícias da mídia, a violência do homofóbico, do xenófobo, do trânsito, das guerras, a violência verbal, psicológica: Quando falta a inteligência vem a violência.

Brigar, receber críticas não é ruim. Tudo isso pode ser vivido como busca de aprimoramento das relações. Nada precisa ser um "mar permanentemente calmo" nem uma constante queda de braço onde apenas um deve ser "vencedor".

Se a paz, a estabilidade de um relacionamento é calcada na anulação do modo de ser, da expressão do outro, algo não está bem. É uma relação tóxica. Se ela não evolui para o respeito mútuo, mesmo na divergência, é sinal que esta pessoa ainda não é capaz de somar ao nosso crescimento.

Importante estar atento ás relações que travamos, pois devem ser pautadas na troca que mesmo nas naturais diferenças, pendem sempre para o positivo, entendendo que muito da violência está num tipo de "permissão" dada ao outro para que nos desrespeite porque estamos há tempos sem perceber, desrespeitando a nós mesmos, criando por gerações, um círculo vicioso de relações doentias.

 Como estão as nossas relações? O quanto temos respeitado a nós mesmos? Brigar e pensar diferente tem produzido medo e culpa? Observar o que estamos sentindo e como estamos significando as nossas vivências é um passo valioso para mudança. A psicoterapia pode ajudar nisso.

Regina Bomfim - Psicóloga
(21) 9 9489-2311 / 9 8186-1952
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5 de jan de 2014

PACIÊNCIA ANTES DA CRISE



Por
Joana de Ângelis

O homem moderno tem urgente necessidade de cultivar a paciência, na condição de medicamento preventivo contra inúmeros males que o espreitam.

De certo modo, vitimado pelas circunstâncias da vida ativa em que se encontra, sofre desgaste contínuo que o leva, não raro, a estados neuróticos e agressivos ou a depressões que o aniquilam.

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4 de jan de 2014

PROBLEMA DO ENSINO NÃO ESTÁ NO JOVEM




Por Claudia Fadel e David Holmes*
Fonte: O Globo

A divulgação dos resultados alcançados pelas escolas brasileiras no Enem representa uma oportunidade para se discutir o ensino médio no Brasil. Isso é muito mais urgente do que se entreter com rankings em que as escolas se diferenciam por casas decimais e que ignoram fatores fundamentais como o impacto das condições de origem dos alunos.

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