O MUNDO PRECISA DE MENSAGENS POSITIVAS: UM TOQUE DE ARTE

Não se incomode O que a gente pode, pode O que a gente não pode explodirá A força é bruta E a fonte da força é neutra E de repente a gente poderá
Realce, realce Quanto mais purpurina melhor Realce, realce Com a cor-do-veludo, com amor Com tudo de real teor de beleza Realce, realce, realce, realce Realce, realce, realce, realce
Não se impaciente O que a gente sente, sente Ainda que não se tente afetará O afeto é fogo E o modo do fogo é quente E de repente a gente queimará
Realce, realce Quanto mais parafina melhor Realce, realce Com a cor-do-veludo, com amor Com tudo de real teor de beleza Realce, realce, realce, realce Realce, realce, realce, realce
Não desespere Quando a vida fere, fere E nenhum mágico interferirá Se a vida fere Com a sensação do brilho De repente a gente brilhará
Realce, realce Quanto mais serpentina melhor Realce, realce Com a cor-do-veludo, com amor Com tudo de real teor de beleza Realce, realce, realce, realce

Não sei bem qual é o público que lê o blog. Ainda não fiz este estudo. Pode ser que vocês l…

Relação psicólogo e cliente/paciente: um encontro a ser pautado pelo respeito e sensibilidade sem verdades impostas.

 
 
" É necessário que se permita ao paciente desenvolver seus próprios caminhos e verdades, sem nenhuma tentativa de enredá-lo no  campo abusivo dos arbítrios téoricos. A psicoterapia, dessa forma lega ao paciente a sua condição de homem, fazendo com que essa condição seja norma de toda a sua conduta terapêutica. O paciente assim é respeitado de forma única, na medida em que pode descobrir as coisas de seu mundo, e dessa forma, abrir seu campo perceptivo para os fenômenos que fazem parte da sua existência, buscando alternativas dentro daquilo que ele considera como verdadeiro. Não se impõe ao paciente normas e padrões de comportamento, nem tampouco procura-se acoplá-lo a teorias pré-existentes e pré-concebidas numa total revelia à sua própria existência (...)".
Cancello, L. A. G. , " O fio das palvras, Summus Editorial, São Paulo, 1971.
 

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