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Mostrando postagens de Abril, 2012

O MAU LÍDER

Ruth de Aquino - Colunista de revista Época
A acusação é de assédio moral - um fenômeno tão antigo quanto o trabalho, mas hoje  levado á sério pela sociedade. O juiz Adeildo Lemos de Sá Cruz do Recife, foi punido com aposentadoria compulsória por ofender e humilhar durante anos, seus subordinados. A decisão de punir Sua Excelência foi da Corte Especial do Tribunal de Justiça de Pernambuco. Uma decisão inédita

Para os sessenta servidores que pediram transferência ao longo de cinco anos por não suportar a pressão do juiz Adeildo, a punição tem um efeito positivo. Resgata a autoestima. Segundo o processo, Adeildo às vezes, chamava as servidoras de "p...", intimidava os subordinados com uma arma sobre a mesa, estabelecia horário para ir ao banheiro. O digníssimo também é acusado de colocar uma funcionária de cara para a parede, de castigo, por estar insatisfeito com o serviço.


Para nós que não conhecemos o juiz pernambucano, o desfecho tem dois lados. Há um lado surre…

SEXO E INTIMIDADE

Sexo e Intimidade

Cláudia Mele - Atriz e dramaturga do espetáculo "Antes que você me toque", em cartaz na boate 2A2

NEUROCIÊNCIA E PSICOLOGIA

O medo das incertezas deve ser trabalhado e debatido para que nós, seres humanos tenhamos maior capacidade de agir com flexibilidade e qualidade diante da mudança. Suzana Herculano-Houzel, apresentadora do quadro Neuro-LÓGICA do Fantástico (TV Globo) e Paulo Gaudêncio, médico-psiquiatra, há quatro anos eleito o palestrante do ano, estarão debatendo o tema no dia 24 de abril dentro do Congresso RH-RIO 201 (informações em www.abrhrj.org.br/rhrio2012).

Ela, doutora em Neurociências pela Université Paris VI (França), mestra em ciências pela Case Wertern Reserve University (EUA), e ele docente do Programa Avançado de Desenvolvimento de Executivos UNISINOS (PADE), estarão refletindo com o público sobre como suas especialidades poderão ajudar cada gestor de organização a responder a perguntas, tais como: "De que forma podemos administrar a dor e o desconforto que naturalmente virão com as mudanças?" ou ainda, "É possível ter controle sobre o desapego às crenças e atitudes que s…

A PAZ: QUE TIPO DE PAZ QUEREMOS

Acho essa canção uma das mais inspiradas na recente produção musical brasileira (se não for a mais), pois ela traz reflexões sobre a a vida atual. O vídeo e a letra sugerem questões sociais bem presentes no nosso cotidiano, mas penso que a proposta da letra também se encaixa na paz que temos buscado dentro de nós mesmos para satisfazer ao mundo e negando quem de fato somos. Há um preço a pagar nessa "corrupção" que nos impomos que acaba por repercutir no mundo. O mundo acaba sendo aquilo que fazemos dele. Em tudo que vemos e nos escandalizamos tem um pouco de nós. Daí criticar o que há no mundo é fácil, mas procurarmos entender a nossa contribuição para o que ocorre, é um grande exercício que certamente passa pelo autoconhecimento.

BOA O SUFICIENTE... PARA SI MESMA

Boa o suficiente... para o seu próprio bem

Andrea Pavlovitsch

Descobri uma coisa, por estes dias. Eu sempre soube e todo mundo fica repetindo isso como um mantra, um clichê, sei lá, mas, de fato, eu tenho que admitir que a vida é um desafio. 

Os dias não são todos iguais. A vida não é uma linha reta e se manter em equilíbrio não significa ficar parado. "Tudo muda o tempo todo, no mundo", diria o poeta. E algumas coisas voltam para um ponto central, ficam lá parecendo estagnadas, nos enganando a este respeito.

Nada, nunca, está parado. E ninguém está andando pra trás nunca. Mas essa é a impressão que sempre temos a nosso respeito.

Olhar para si não é a tarefa mais fácil do mundo. Conheci uma moça que quase morreu porque estava como colesterol nas alturas, mas nunca tinha feito um exame. Um simples exame. Até se descobrir num exame de sangue é difícil.

E se, quando abrirmos o envelope, percebemos que não somos tão saudáveis, tão invioláveis e tão perfeitos quanto pensávamos? E se lá…

O EXERCÍCIO DA ESCUTA

'O principal exercício a fazer é o da escuta'

 * Inovar a partir de um profundo mergulho no presente é o que sugere a Teria U, concebida por Otto Scharmer, do Massachussets Institute of Tecnology (MIT). Adepta da proposição, a consultora organizacional Mônica Alvarenga ressalta que escutar o outro é o passo inicial para se romper com estruturas antigas: "o líder será tão bem-sucedido quanto sua capacidade de abrir mão do próprio conhecimento", diz.
O GLOBO: O que a Teoria U estabelece? MÔNICA ALVARENGA: A Teoria U é uma proposta de ação voltada para inovação, concebida por Otto Scharmer, professor do MIT, para quem o mergulho presente facilita a abertura para o novo. Após anos de observação, ele sistematizoou o comportamento comum em lideranças bem-sucedidas na metodologia chamada de presencing palavra que cunhou juntando outras duas: presença e sentimento. O presencing facilita a transformação, que costuma acontecer durante momento de crise.
* Mas como esse mergulho fa…

A DOR DO OUTRO: A HUMANIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE SAÚDE

obs: ao trazer uma parte deste texto, me refiro a todos os profissionais de saúde. Me incluo.
(...) Falamos de dor e ouvimos digressões acerca dos avanços tecnológicos da medicina. Falamos de empatia e ouvimos elogios aos novos descobrimentos da informática, que em muitos casos dispensam a figura do profissional de saúde, prescrevendo receitas, fazendo diagnósticos e até mesmo promovendo algum tipo de aconselhamento ao paciente.