27 de jul de 2014

VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER






Conto de fadas nada encantado - Artistas usam algumas das mais clássicas personagens das histórias infantis para denunciar questões bem mundanas, como abuso sexual e agressão doméstica

Por Eduardo Vanini
Fonte: O Globo

A fórmula é manjada: ao final de uma longa aventura, a bela princesa tem sua redenção ao ser salva por um heróico príncipe. Tão antigas quanto essas histórias são as trágicas consequências do machismo que assola o mundo. Por isso, alguns artistas têm se empenhado em subverter os contos de fadas, numa espécie de alerta para uma realidade em que o "felizes para sempre" não é regra.

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26 de jul de 2014

CODEPENDÊNCIA





Codependência: A doença da perda da alma

"Ninguém pode nos ferir sem o nosso consentimento"

Eleanor Roosevelt
Roberto Ziemer
Você se sente diferente das outras pessoas? Desconfortável com elogios? Tem grandes dificuldades para aceitar críticas? Sente-se sozinho ou vazio quando não está com outras pessoas? Critica-se de forma exagerada quando erra? Sente dificuldades para expressar sentimentos? Só aceita ajuda em último caso? Tem medo de perder o controle? Sente-se melhor quando resolve os problemas de outras pessoas? Tem dificuldades para colocar limites ou dizer "Não"? Acredita que se pudesse mudar os outros, sua vida melhoraria?

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20 de jul de 2014

O MANIFESTO DO MACHO MODERNO


MANIFESTO DO MACHO MODERNO



Movimento artístico social une ativistas no Rio, em Minas e em Nova York pedindo o fim de estereótipos: 'posso brochar', 'posso não gostar de futebol' e 'posso admirar uma mulher com respeito' são alguns dos preceitos

Posso brochar, posso falir, posso ser frágil, posso ser sensível. Posso ser cabeleireiro, decorador, artista e não gostar de futebol. Posso admirar uma mulher que eu ache bela com respeito. São esses e muitos outros os preceitos do movimento "Homens libertem-se", que estimula o macho (heterossexual) a romper estereótipos em que vivem aprisionados. O músico Paulinho Moska, os cartunistas Laerte e Miguel Paiva, os atores Lúcio Mauro Filho, Marcos Breda e Álamo Facó, o escritor Nelson Motta e a historiadora Mary Del Priore apoiam a ação.


A iniciativa é uma parceria entre o coletivo mo[vi]mento, de Rio e Minas, e o grupo teatral The Living Theatre, de Nova York. O projeto teve autorização de captação por meio da Lei Rouanet, de até R$ 400 mil para intervenções artísticas que provoquem reflexão sobre a opressão masculina. Nos eventos, a cargo de grupos de teatro de vários estados, serão distribuídas as saias-cangas símbolo do movimento. Elas poderão ser trocadas por calças, que serão doadas, que serão doadas a instituições de caridade.




'ELES SE IMPÕEM PRISÕES'

A ideia para a ação, que começa a ganhar corpo pouco antes da comemoração do Dia Internacional do Homem, na próxima terça*, veio à cabeça da atriz Maíra Lana quando ela viu um homem usando saia em sua cidade, Ouro Preto.
- Os homens ficaram desconcertados, e eu achei tão engraçado. Era só uma peça de roupa, mas revelam muito sobre as prisões que eles se impõem - lembra . - Faz 200 anos que as mulheres fizeram a primeira passeata pelo direito de usar calças. então é um absurdo que meninos sejam punidos na escola por expressar sua subjetividade.

Maíra se refere ao estudante do tradicional Colégio Bandeirantes, de São Paulo, que em junho de 2013, foi impedido de assistir a aulas usando saia, gerando protestos e angariando simpatia dos colegas que fizeram "saiaços" em apoio.

A ideia de que "homem não chora" também foi fortemente confrontada esta semana, quando após a derrota da seleção na Copa, alguns jogadores de futebol, como o novo ídolo David Luiz, desabaram em lágrimas.
- É importante esses ídolos mostrarem quem são, sem filtros, extravasando o que sentem. Isso contribui para que outros homens se sintam confortáveis para expor emoções e angústias - comenta Maíra.

Uma das possíveis críticas ao manifesto do "Homens libertem-se" é não mencionar a repressão sofrida pelos homossexuais. Segundo a criadora da ação, isso acontece porque 'todos os homens estão incluídos no manifesto, sejam heterossexuais ou gays".
-Mas o nosso maior alvo é o homem hétero - admite. - Queremos que ele reveja seu conceito de masculinidade e identidade, como os homossexuais e as mulheres já fizeram Há décadas.

Em seu livro "Homem ainda não existe" a psicóloga Cristina Montenegro afirma que o grupo masculino é o único que não se organizou para discutir o gênero (se este post for reapresentado, desconsidere certas informações).
-É um absurdo que o comportamento dos homens ainda seja limitado. A opressão gera a violência para com o outro e também consigo. Não é à toa que todas as estatísticas mostram que os homens são os que mais adoecem, os que mais se suicidam e conformam a maior parte da população presidiária e manicomial... Eles têm questões internas não resolvidas - afirma Cristina.





AS MULHERES TAMBÉM GANHAM

O cantor e compositor Paulinho Moska, apoiador da ação, conta que se sentia oprimido pelo ideal de masculinidade na adolescência:
- Eu era magrelo, usava pulseirinhas hippie e me identificava com o Caetano, Gil e Bowie, que eram andróginos. Passei a ser chamado de bicha e viado de forma agressiva. Sofri até me ver livre da representação masculina clássica.

Nelson Motta ressalta que a reflexão pode causar um benefício não só para eles, mas também para elas, que viveriam melhor num mundo com homens livres e menos violentos.
- Participo do movimento porque amo as mulheres. Tenho três filhas e duas netas, que merecem amor, respeito e homens sensíveis e educados.

*15 de julho é o Dia Internacional do Homem
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19 de jul de 2014

OPINIÕES ALHEIAS







Emmanuel/ Francisco Candido Xavier 
Livro: Calma

Se trazes a consciência tranquila, porque te impacientares tanto com as opiniões alheias, desfavoráveis?

Cada pessoa fala daquilo que conhece oferecendo o que seja ou o que tenha.

A suposição dos companheiros, a nosso respeito, nasce daquilo que eles estimariam ou estimam fazer.

Cada qual de nós está no centro das próprias experiências.

Os irmãos que nos cercam são livres para pensarem a nosso respeito, da mesma forma que somos livres para anotar-lhes o comportamento.

Ninguém consegue obrigar determinada pessoa a raciocinar com outro cérebro, a não ser aquele que lhe pertença.

Se uma pessoa se irrita contra nós sem razão, isso não é motivo para que venhamos a comprar uma rixa desnecessária.

Você está diante de uma criatura encolerizada, da mesma forma que você se encontra perante um doente:preste auxílio.

Toleremos os outros, para que os outros nos tolerem.

Hoje alguém terá perdido a serenidade, à nossa frente: amanhã, possivelmente, seremos nós, em situação igual perante diante deles.

___



Seguindo o caminho da liberdade de pensamento e buscando trazer as questões presentes no mundo, compreendemos que que o confronto entre diferentes formas de pensar constitui um grande desafio para a Humanidade. Aceitar as diferenças principalmente as religiosas que ainda continuam sendo motivo de tantas guerras. 

Regina Bomfim
Psicóloga Clínica
bomfimregina2@gmail.com
21 9 9489-2311/ 9 8186-1952
facebook.com/psicologiaemfoco1





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13 de jul de 2014

CARTA DOS DIREITOS DOS USUÁRIOS DE SAÚDE: HÁ DIREITOS E DEVERES QUE ORIENTAM SUA CONDUTA E A DO PROFISSIONAL QUE TE ATENDE BEM COMO AS ATRIBUIÇÕES DO ESTADO


Na minha opinião, a mesma postura deve ser adotada com relação aos usuários de planos de saúde. Estar atento a cobranças abusivas, ao atendimento tanto na relação com o profissional de saúde como com a operadoras, deve ter de todos os usuários a devida atenção. A visão preventiva da saúde deve ser mais enfocada, com divulgações mais ostensivas nos meios de comunicação, não apenas para vacinação, mas para modificação de hábitos prejudiciais à nossa saúde. 



Buscar informação através dos sites, telefones e ouvidorias é um mecanismo que tende a tornar-se eficaz à medida que se tornar um hábito de todos. Precisamos avançar muito mais.


Regina Bomfim
Psicóloga Clínica
bomfimregina2@gmail.com
21 99489-2311/ 98186-1952
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12 de jul de 2014

O MELHOR DA VIDA





" A vida no que tem de melhor, é um processo que, se altera e onde nada está fixo". 
Carl Rogers
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6 de jul de 2014

SOLIDÃO E DOR




Quando no meio da mais dilacerante perda e do mais extremo desamor, a impressão de que nada sobrou é muito real,  mas o que sobrou foi você mesmo - a melhor parte, o elemento mais essencial, pois ter a si mesmo e a Deus é o ponto de partida mais valioso para qualquer recomeço. Sempre.

Regina Bomfim
Psicóloga 
21 9 9489-2311/ 9 8186-1952
bomfimregina2@gmail.com
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5 de jul de 2014

VIVER OS SONHOS






"Para viver seus sonhos, você não pode esconder jamais seu verdadeiro eu".


(Desconheço o autor)
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