O MUNDO PRECISA DE MENSAGENS POSITIVAS: UM TOQUE DE ARTE

Não se incomode O que a gente pode, pode O que a gente não pode explodirá A força é bruta E a fonte da força é neutra E de repente a gente poderá
Realce, realce Quanto mais purpurina melhor Realce, realce Com a cor-do-veludo, com amor Com tudo de real teor de beleza Realce, realce, realce, realce Realce, realce, realce, realce
Não se impaciente O que a gente sente, sente Ainda que não se tente afetará O afeto é fogo E o modo do fogo é quente E de repente a gente queimará
Realce, realce Quanto mais parafina melhor Realce, realce Com a cor-do-veludo, com amor Com tudo de real teor de beleza Realce, realce, realce, realce Realce, realce, realce, realce
Não desespere Quando a vida fere, fere E nenhum mágico interferirá Se a vida fere Com a sensação do brilho De repente a gente brilhará
Realce, realce Quanto mais serpentina melhor Realce, realce Com a cor-do-veludo, com amor Com tudo de real teor de beleza Realce, realce, realce, realce

Não sei bem qual é o público que lê o blog. Ainda não fiz este estudo. Pode ser que vocês l…

PSICOLIRISMO DA TERAPIA COTIDIANA: Rita Moutinho






Um livro que simplesmente devorei... O Título da postagem é o do livro que extrai poesia das sessões de terapia.. Mais do que recomendo. É uma leitura deliciosa e densa pela carga das emoções e pela beleza no emprego das palavras. Há um rigor formal e também entrega... Que todos nós possamos transformar a dor em música e poesia. A psicoterapia pode ser entendida como uma viagem de múltiplas paisagens, com "sóis e temporais" cujo destino é a libertação de si mesmo como autonomia e responsabilidade frente às suas escolhas nos bons e maus momentos. É um belo investimento de ser o melhor de si para os outros.
Regina Bomfim


Soneto da Dúvida nas Águas

Os dois remos parecem adormecidos
na travessia lenta para a cura,
e meus lábios molhados de gemidos
pingam máculas mis. Você se acura, 
leva-me a perdoar certos pecados
trazendo lassidão à amargura
Outros ainda me pesam represados
- Não abri as comportas da censura
As culpas, cracas fixas no meu casco,
não me deixam chegar à embocadura
da vida aquosa, que tolhida em frasco,
fez me revolto oceano sem ondula
Ah, quando poderei sã navegar
se sou a um só tempo barco e mar

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