UM PAPO SOBRE ECONOMIA

Photo by Olu Eletu on Unsplash
Será que para ter afeto, se sentir respeitado, você precisa abrir mão de si mesmo? Será que na economia dos sentimentos acaba sempre sendo um preço muito caro a ser pago?

Regina Bomfim



CHAMANDO O TRAUMA E A RAIVA QUE FICA PRA DANÇAR: ESCUTAR É MELHOR DO QUE FINGIR QUE NÃO OUVE




"(...) Quanto mais rápido se imobilizar a pessoa e se tratar do trauma, mais curto será o tempo de recuperação. Isso também vale para os traumas psicológicos. Em que condições estaríamos se tivéssemos quebrado uma perna na infância e trinta anos depois ainda não tivéssemos engessado devidamente?

O trauma original acabaria causando uma tremenda perturbação em outros sistemas e ritmos do corpo, como por exemplo, nos padrões imunológicos, osteopáticos e de locomoção. A situação é a mesma com os traumas psicológicos, fosse por ignorância, fosse por negligência.

Agora estamos como que de volta da guerra, mas a impressão é a de que ainda estamos guerreamos com a mente e com o corpo. No entanto, ao abrigar a raiva, ou seja, a herança do trauma, em vez de procurar soluções para ela, acabamos nos trancando num quarto cheio de raiva pelo resto de nossa vida. Isso não é jeito de ser viver, seja de modo intermitente ou nãol".
Clarissa Pinkola Estés



Comentários