30 de jun de 2009

MICHAEL JACKSON: O REI DO POP




Como não participar da comoção mundial pela perda do lendário Michael Jackson? Admirava-o muito, acima de toda polêmica que jamais foi capaz de obscurecer sua genialidade artística inquestionável e toda sua contribuição ao showbiz. Tudo o que ele fez é hoje exaustivamente imitado por Brithney Spears, Madonna, Justin Timberlake, Shakira, Cristina Aguilera e outros, mas Jako, como era conhecido intimamente, com a atualidade de tudo que foi capaz de criar, fez e faz com que todos que hoje o imitam pareçam amadores. Que a sua alma genial e também não menos atormentada encontre a Paz que nunca parece ter sido possível desfrutar por aqui.
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12 de jun de 2009

Minha carta para o Sindicato dos Professores sobre o projeto Saúde do Professor

Sou psicóloga e educadora, pois também fiz o Antigo Normal no Instituto de Educação. Considero positiva a busca de comunicação com a sociedade que o Sindicato dos Professores vem realizando para o derpertamento da importância da educação, mostrando que há um cotidiano além do processo ensino-aprendizagem. Há algumas opiniões que procuram culpar o educador, há reformas educacionais que não ouvem o educador, fazendo com que em função da modernidade assuma novos papéis, tudo sempre muito improvisado, implementado às pressas. Há inegavelmente um cotidiano repleto de complexidades tendo como pano de fundo o valor que o Estado vem dando à educação nos últimos anos.


Na minha opinião, tanto para os educadores quanto para a sociedade se faz necessário relembrar essa trajetória da gradual desvalorização da educação para que os educadores sintam orgulho da escolha profissional que um dia fizeram e se apresentem à sociedade conscientes do seu valor, da sua função social.

Como a educação no Brasil chegou a esse ponto? O que representa a LONGO PRAZO para um País não considerar a educação um dos elementos estratégicos para o seu crescimento? Será que o crescimento obtido até até então é alicerçado em bases firmes? São muitas perguntas a serem feitas neste caminho marcado pelo descaso que passam por questões históricas de nossa formação social para buscar compreender o momento atual.

É verdade que toda esta desvalorização produziu vários sintomas no educador, alterando o exercício de sua função. Porém tratar o efeito sem contemplar as causas, é olhar o problema pela metade. O educador precisa tomar posse do seu valor como profissional e saber da sua história para dialogar com a sociedade consciente da sua importância, ou seja, esta parceria seria buscada não pela constatação de uma "categoria doente", mas a sociedade precisa ser parceira dos educadores pelo entendimento que toda essa grave negligência dos órgãos competentes afeta a todos e é empenho de todos porque há o sintoma social que uma não atenção à educação pode produzir.

Entendi que os outdoors são um mecanismo de conscientização da categoria. Como sugestão além dos mesmos, seria interessante:
  1. produzir uma carta aberta (ou cartilha) em linguagem simples a ser distribuída nas escolas, pais, alunos.
  2. buscar agregar mais a categoria, através de palestras no sindicato, mas também em escolas, associações de bairro etc. Que tudo isso dê origem a um projeto de lei.

A internet pode ser um boa ferramenta de aglutinação das pessoas em torno de discussões importantes, por exemplo o TWITTER (a ALERJ já tem o seu).

Na verdade, o rumo da educação e tantos outros elementos de importância para o bem comum acabaram se perdendo porque nos fizeram esquecer que a Política somos nós. É preciso lembrar.

Cumprimento aos idealizadores pela iniciativa. O outdoor é positivo porque usa palavras-chave. É positivo seguir nessa linha da linguagem simples, uma frase de efeito como forma de iniciar discussões.
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TDAH - TRANSTORNO DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE


O especialista fantasma
A edição de 30 de outubro de ÉPOCA traz o artigo A Doença Fantasma, de SUSAN ANDREWS, psicóloga que é monja iogue e que critica o tratamento do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) com medicamentos. Vamos aos comentários:
1) “Desde quando esses comportamentos infantis, variando de normais a indisciplinados, se tornaram uma doença?”
ABDA: desde o século XIX, quando autores não-médicos identificaram comportamentos numa minoria de crianças que não eram observados na grande maioria delas. O diagnóstico de TDAH é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) há pelo menos 20 anos. Existem diagnósticos como câncer e hepatite, nos quais você está no grupo dos que “não têm” ou no dos que “têm”. Muitos outros diagnósticos são determinados arbitrariamente a partir de certo ponto, embora todo mundo tenha em algum grau aquelas características, como é o caso do TDAH. Não existe o grupo dos “desatentos” e dos “completamente atentos”, é uma questão de grau, do mesmo modo que ocorre com diabetes, hipertensão arterial e obesidade.

2) “Não há nenhuma evidência que ele esteja associado a uma disfunção física do cérebro”.
ABDA: existem pelo menos 100 artigos científicos (inclusive com fotografias comparando o cérebro de portadores de TDAH e de indivíduos normais) disponíveis na literatura científica.

3) “No Brasil estima-se que o TDAH atinja de 3% a 6% de crianças em idade escolar. Mais de 1 milhão de caixas foram consumidas em 2005. Virou moda no Brasil (...)”.
ABDA: A caixa de metilfenidato, usado no tratamento para TDAH, tem 20 comprimidos cada um com 10mg. Se a dose média é de 30mg, uma criança consumiria aproximadamente 5 caixas por mês e 50 caixas por ano (supondo que não seja usado nas férias). Se os dados do IBGE informam que existem 55 milhões de brasileiros com idades de 1 a 14 anos, significa que só são tratados 20.000, para um total de portadores de, no mínimo, 1 milhão e meio (!). Temos, portanto que aumentar nossos esforços para que mais pessoas sejam diagnosticadas e tratadas.

4) “(estas crianças) estão sendo sedadas”

ABDA: os medicamentos usados no tratamento do TDAH são estimulantes e não causam nenhum tipo de sedação.

5) “(estes medicamentos) podem provocar danos cerebrais permanentes e irreversíveis (...)”.
ABDA: qualquer indivíduo tem a obrigação moral de informar às autoridades de vigilância sanitária do Brasil e do mundo acerca de estudos científicos comprovando o que foi afirmado acima, uma vez que estes dados são graves e não são conhecidos pelo meio científico e acadêmico.

6) “Imagine agora se Winston Churchill – ganhador do Prêmio Nobel – tivesse sido sedado com drogas para hiperatividade” .
ABDA: realmente, se o seu filho tiver a inteligência e a capacidade invejável de Winston Churchill, a leitora não precisa se preocupar caso ele tenha TDAH, fobia, dislexia, depressão ou qualquer outra coisa. TDAH ocorre em qualquer indivíduo, à semelhança da epilepsia, por exemplo, e isto em nada modifica a necessidade de se tratar a doença na população.
Sugerimos que o leitor consulte a base de dados PubMed, a maior ferramenta de busca de pesquisas científicas do mundo, procurando saber se os articulistas que se dizem “especialistas” sobre TDAH alguma vez já publicaram pesquisas
A ÉPOCA inaugurou as colunas assinadas por especialistas fantasmas...

Paulo Mattos

Professor de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Presidente da ABDA – Associação Brasileira do Deficit de Atenção.


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7 de jun de 2009

GUARDA COMPARTILHADA





Terapeutas Comunitários, psicólogos e outros que trabalham no Tribunal de Justiça e/ou outro órgão Jurídico . . .


Foi aprovado O projeto de Lei da Guarda Compartilhada.

O motivo desta informação vir por aqui, é porque também trabalhamos com família e se faz importante que profissionais, assistentes sociais, advogados, PAIS E MÃES, tenham consciência do que representa esta lei e sobretudo, a importância da CONVIVÊNCIA dos filhos com ambos os Pais.


Para discussão detalhada sobre o assunto, sugiro as seguintes associações no Brasil:

PAIS PARA SEMPRE:

PAI LEGAL

Associação Pela Participação de Pais e Mães Separados na Vida dos Filhos:

Associação de pais e Mães Separados:

Movimento Guarda Compartilhada Já

Site oficial do Filme A Morte Inventada - Alienação Parental

Segue inf ormação do Globo Online e abaixo há a LEI NA ÍNTEGRA

Presidente sanciona projeto de lei da guarda compartilhada

Do Globo Online, de 13/6/2008

BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira o projeto de lei que institui no Código Civil a guarda compartilhada dos filhos em caso de separação. Atualmente, este tipo de guarda já existe na prática, concedida por juízes, mas a lei só prevê a guarda unilateral (dada a um dos pais). O projeto tramitava desde 2002.

A partir de agora, o juiz passa a ter um instrumento legal que permitirá, preferencialmente, dar a tutela a ambos os pais, ao contrário do que ocorria, quando, na maioria das vezes, a autoridade determinava com quem os filhos ficariam. Ela não diz que a criança deva morar tantos dias na casa de um e tantos na de outro. Essa é uma das decisões que deverão ser tomadas pelo ex-casal, pelo bem do filho.

Na guar da compartilhada, tanto o pai como a mãe assumem a responsabilidade pelo bem-estar dos filhos. A exemplo da guarda unilateral, a temporária poderá ser determinada por um período específico. Pode ser requisitada por consenso dos pais ou decretada pelo juiz.

De acordo com o texto, a guarda compartilhada garante que todas as decisões relativas aos filhos de um casal que se separa ou se divorcia serão decididas conjuntamente: a escola onde estudarão, os cursos extracurriculares, o pediatra, o dentista, as atividades de lazer e cultura. Há co-responsabilidade de direitos e deveres dos pais.

Na guarda única, a responsabilidade maior é daquele com quem a criança vive. O outro não tem maior poder para interferir nas decisões e visita a criança nos dias fixados pela Justiça. Na guarda compartilhada, a criança continua vivendo com um dos pais, mas o outro não terá que aguardar o dia de visita para ver o filho. Tudo será negociado, com o juiz, e há flexibilidade, levando em conta o interesse da criança.

Pelo texto, a guarda compartilhada poderá ser fixada por consenso ou por determinação do juiz, para prevalecer por determinado período, levando em conta a faixa etária da criança e outras condições. Pode ser pedida por consenso ou pelo pai e pela mãe. Na audiência, o juiz deixará claras as condições e a importância da guarda compartilhada e as sanções em caso de descumprimento do acordo.

O projeto do deputado Tilden Santiago, ganhou substitutivo do senador Demóstenes Torres (DEM-GO) em 2007, que estabelece que, sempre que não houver acordo entre pai e mãe, a preferência deverá ser dada à guarda compartilhada. O juiz poderá requerer orientação técnico-profissional ou uma equipe multidisciplinar para estabelecer as atribuições do pai e da mãe, e os períodos de convivência sob a guarda compartilhada.

Íntegra da lei que institui a guarda c ompartilhada

LEI Nº 11.698, DE 13 JUNHO DE 2008.

Altera os arts. 1.583 e 1.584 da Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002 – Código Civil, para instituir e disciplinar a guarda compartilhada.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1° Os arts. 1.583 e 1.584 da Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002 – Código Civil, passam a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 1.583. A guarda será unilateral ou compartilhada.

§ 1° Compreende-se por guarda unilateral a atribuída a um só dos genitores ou a alguém que o substitua (art. 1.584, § 5°) e, por guarda compartilhada a responsabilização conjunta e o exercício de direitos e deveres do pai e da mãe que não vivam sob o mesmo teto, concernentes ao poder familiar dos filhos comuns.

§ 2° A guarda unilateral será atribuída ao genitor que revele melhores condi ções para exercê-la e, objetivamente, mais aptidão para propiciar aos filhos os seguintes fatores:

I – afeto nas relações com o genitor e com o grupo familiar;

II – saúde e segurança;

III – educação.

§ 3° A guarda unilateral obriga o pai ou a mãe que não a detenha a supervisionar os interesses dos filhos.

§ 4° (VETADO).” (NR)

“Art. 1.584. A guarda, unilateral ou compartilhada, poderá ser:

I – requerida, por consenso, pelo pai e pela mãe, ou por qualquer deles, em ação autônoma de separação, de divórcio, de dissolução de união estável ou em medida cautelar;

II – decretada pelo juiz, em atenção a necessidades específicas do filho, ou em razão da distribuição de tempo necessário ao convívio deste com o pai e com a mãe.

§ 1° Na audiência de conciliação, o juiz informará ao pai e à mãe o significado da guar da compartilhada, a sua importância, a similitude de deveres e direitos atribuídos aos genitores e as sanções pelo descumprimento de suas cláusulas.

§ 2° Quando não houver acordo entre a mãe e o pai quanto à guarda do filho, será aplicada, sempre que possível, a guarda compartilhada.

§ 3° Para estabelecer as atribuições do pai e da mãe e os períodos de convivência sob guarda compartilhada, o juiz, de ofício ou a requerimento do Ministério Público, poderá basear-se em orientação técnico-profissional ou de equipe interdisciplinar.

§ 4° A alteração não autorizada ou o descumprimento imotivado de cláusula de guarda, unilateral ou compartilhada, poderá implicar a redução de prerrogativas atribuídas ao seu detentor, inclusive quanto ao número de horas de convivência com o filho.

§ 5° Se o juiz verificar que o filho não deve permanecer sob a guarda do pai ou da mãe, deferirá a guarda à p essoa que revele compatibilidade com a natureza da medida, considerados, de preferência, o grau de parentesco e as relações de afinidade e afetividade.” (NR)

Art. 2° Esta Lei entra em vigor após decorridos 60 (sessenta) dias de sua publicação.

Brasília, 13 de junho de 2008; 187° da Independência e 120° da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

Luiz Paulo Teles Ferreira Barreto

José Antonio Dias Toffoli

Segunda-feira, 16 de junho de 2008

*******

Tribunal de Justiça do RS adota 2 livros da APASE em concurso para Psicólogos: Guarda Compartilhada e Síndrome da Alienação Parental. Veja Edital: http://www.fundatec.com.br/home/portal/concursos/editais/edital-99.pdf

Livros publicados pela APASE:

Prefácio e ApresentaçãoClique aqui
A Associaçà £o dos Magistrados Brasileiros tem posição firme de defesa da Lei da Guarda Compartilhada GUARDA COMPARTILHADA
Aspectos psicológicos e jurídicos Organização e prefácio: APASE
Apresentação: Dr. Rodrigo da Cunha Pereira, Presidente do IBDFAM
Autores: Dr. Waldyr Grisard Filho,Dra. Leila Maria Torraca de Brito, Dr. Evandro Luiz Silva, Dra. Patrícia Pimentel de Oliveira Chambers Ramos, Dra. Eliana Riberti Nazareth, Dra. Andréia Calçada e
Dra. Rosana Barbosa Cipriano Simão Clique no livro para adquirir ao mesmo preço das livrarias: (R$ 34,90)
Atendimento a Livrarias: Ramalivros Distribuidora Ltda. Rua Major Diogo, 657/669 São Paulo - SP - Fone: (11) 3117.4333 e-mail:silvialopes@ramalivros.com

Síndrome da Alienação Parental - Disponível É a manipulação do genitor guardião para afasta r os filhos do genitor não guardião, é uma tirania inconcebível e inaceitável com inocentes crianças.
A Apase, engajada no movimento mundial para coibir esse comportamento, lança o primeiro livro sobre o assunto no Brasil em parceria com a Editora Equilíbrio, escrito por renomados autores, especialmente direcionado a magistrados, pais, advogados, psicólogos, psicanalistas, assistentes sociais e demais Operadores do Direito. Ganhe um CD com Debate sobre a Síndrome da Alienação Parental. TV Record: Excelente matéria sobre a Síndrome da Alienação Parental R$ 34,90 Clique no livro para saber mais
Atendimento a Livrarias: Ramalivros Distribuidora Ltda. Fone: (11) 3117.4333 e-mail: silvialopes@ramalivros.com - Rua Major Diogo, 657/669 São Paulo - SP
Jornal da Band, 03/04/2009: Síndrome da Alienação Parental
Não perca o filme A Morte inventada, excelente:www.amorteinventada.com.br
Veja matéria na Revista IstoÉ sobre a Síndrome da Alienação Parental.
Alienação Parental: Dra. Alexandra Ullmann, Artigo na Revista Visão Jurídica

Seja um Colaborador Autônomo da APASE, Por seus filhos e por você
Para ser um colaborador da APASE basta adquirir qualquer quantidade de Manual da Lei da Guarda Compartilhada, Mediação Familiar e SAP a R$ 1,00 a unidade + R$ 2,90 de postagem para qualquer quantidade e qualquer lugar do país e distribuí-los aos Operadores do Direito e autoridades da sua cidade. Clique aqui para ver e ler o Manual inteiro.
Clique aqui e veja a página dos Colaboradores da APASE
O objetivo do Manual é sustentar a busca da aplicação da Lei da Guarda Compartilhada, da Mediação Familiar e a identifiacação e punição da SAP e ser entregue a todas as autoridades judiciárias e políticas do país. Tribunais Superiores, Estaduais e se us membros, Desembargadores, Ministério Público, Promotores e Juízes de todas as Varas de Família do país. Conselhos Tutelares, Delegacias da Mulher, os Delegados, Vereadores, Deputados Estaduais e Federais, Senadores... Além da mídia: jornais, rádios, revistas e televisão.Veja os vídeos: Presidenteda apase, Analdino Rodrigues Paulino, é incisivo em defesa da aplicação da lei da Guarda Compartilhada.
Programa Opinião Nacional: Demóstenes Torres

Marcelo P. Abdala Costa
Terapeuta Comunitário
Psicólogo
Terapeutas Comunitários, psicólogos e outros que trabalham no Tribunal de Justiça e/ou outro órgão Jurídico . . .

Foi aprovado O projeto de Lei da Guarda Compartilhada.

O motivo desta informação vir por aqui, é porque também trabalhamos com família e se faz importante que profissionais, assistentes sociais, advogados, PAIS E MÃES, tenham consciência do que representa esta lei e sobretudo, a importância da CONVIVÊNCIA dos filhos com ambos os Pais.

Neste link
http://fotojornalismo.fot.br/arquivo/details.php?image_id=2014&sessionid=e99a880ac6d8b09e41e0d77fc44a3b87é possível baixar uma cartilha sobre o assunto.

Para discussão detalhada sobre o assunto, sugiro as seguintes associações no Brasil:

PAIS PARA SEMPRE:
http://paisparasemprebrasil.org/
http://pais-para-sempre.blogspot.com/

PAI LEGAL
http://www.pailegal.net

Associação Pela Participação de Pais e Mães Separados na Vida dos Filhos:
http://www.participais.com.br/

Associação de pais e Mães Separados:
http://www.apase.org.br/

Movimento Guarda Compartilhada Já
http://guardacompartilhada.vilabol.uol.com.br

Site oficial do Filme A Morte Inventada - Alienação Parental
http://www.amorteinventada.com.br/

Segue inf ormação do Globo Online e abaixo há a LEI NA ÍNTEGRA

Presidente sanciona projeto de lei da guarda compartilhada

Do Globo Online, de 13/6/2008

BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira o projeto de lei que institui no Código Civil a guarda compartilhada dos filhos em caso de separação. Atualmente, este tipo de guarda já existe na prática, concedida por juízes, mas a lei só prevê a guarda unilateral (dada a um dos pais). O projeto tramitava desde 2002.

A partir de agora, o juiz passa a ter um instrumento legal que permitirá, preferencialmente, dar a tutela a ambos os pais, ao contrário do que ocorria, quando, na maioria das vezes, a autoridade determinava com quem os filhos ficariam. Ela não diz que a criança deva morar tantos dias na casa de um e tantos na de outro. Essa é uma das decisões que deverão ser tomadas pelo ex-casal, pelo bem do filho.

Na guar da compartilhada, tanto o pai como a mãe assumem a responsabilidade pelo bem-estar dos filhos. A exemplo da guarda unilateral, a temporária poderá ser determinada por um período específico. Pode ser requisitada por consenso dos pais ou decretada pelo juiz.

De acordo com o texto, a guarda compartilhada garante que todas as decisões relativas aos filhos de um casal que se separa ou se divorcia serão decididas conjuntamente: a escola onde estudarão, os cursos extracurriculares, o pediatra, o dentista, as atividades de lazer e cultura. Há co-responsabilidade de direitos e deveres dos pais.

Na guarda única, a responsabilidade maior é daquele com quem a criança vive. O outro não tem maior poder para interferir nas decisões e visita a criança nos dias fixados pela Justiça. Na guarda compartilhada, a criança continua vivendo com um dos pais, mas o outro não terá que aguardar o dia de visita para ver o filho. Tudo será negociado, com o juiz, e há flexibilidade, levando em conta o interesse da criança.

Pelo texto, a guarda compartilhada poderá ser fixada por consenso ou por determinação do juiz, para prevalecer por determinado período, levando em conta a faixa etária da criança e outras condições. Pode ser pedida por consenso ou pelo pai e pela mãe. Na audiência, o juiz deixará claras as condições e a importância da guarda compartilhada e as sanções em caso de descumprimento do acordo.

O projeto do deputado Tilden Santiago, ganhou substitutivo do senador Demóstenes Torres (DEM-GO) em 2007, que estabelece que, sempre que não houver acordo entre pai e mãe, a preferência deverá ser dada à guarda compartilhada. O juiz poderá requerer orientação técnico-profissional ou uma equipe multidisciplinar para estabelecer as atribuições do pai e da mãe, e os períodos de convivência sob a guarda compartilhada.

Íntegra da lei que institui a guarda c ompartilhada

LEI Nº 11.698, DE 13 JUNHO DE 2008.

Altera os arts. 1.583 e 1.584 da Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002 – Código Civil, para instituir e disciplinar a guarda compartilhada.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1° Os arts. 1.583 e 1.584 da Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002 – Código Civil, passam a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 1.583. A guarda será unilateral ou compartilhada.

§ 1° Compreende-se por guarda unilateral a atribuída a um só dos genitores ou a alguém que o substitua (art. 1.584, § 5°) e, por guarda compartilhada a responsabilização conjunta e o exercício de direitos e deveres do pai e da mãe que não vivam sob o mesmo teto, concernentes ao poder familiar dos filhos comuns.

§ 2° A guarda unilateral será atribuída ao genitor que revele melhores condi ções para exercê-la e, objetivamente, mais aptidão para propiciar aos filhos os seguintes fatores:

I – afeto nas relações com o genitor e com o grupo familiar;

II – saúde e segurança;

III – educação.

§ 3° A guarda unilateral obriga o pai ou a mãe que não a detenha a supervisionar os interesses dos filhos.

§ 4° (VETADO).” (NR)

“Art. 1.584. A guarda, unilateral ou compartilhada, poderá ser:

I – requerida, por consenso, pelo pai e pela mãe, ou por qualquer deles, em ação autônoma de separação, de divórcio, de dissolução de união estável ou em medida cautelar;

II – decretada pelo juiz, em atenção a necessidades específicas do filho, ou em razão da distribuição de tempo necessário ao convívio deste com o pai e com a mãe.

§ 1° Na audiência de conciliação, o juiz informará ao pai e à mãe o significado da guar da compartilhada, a sua importância, a similitude de deveres e direitos atribuídos aos genitores e as sanções pelo descumprimento de suas cláusulas.

§ 2° Quando não houver acordo entre a mãe e o pai quanto à guarda do filho, será aplicada, sempre que possível, a guarda compartilhada.

§ 3° Para estabelecer as atribuições do pai e da mãe e os períodos de convivência sob guarda compartilhada, o juiz, de ofício ou a requerimento do Ministério Público, poderá basear-se em orientação técnico-profissional ou de equipe interdisciplinar.

§ 4° A alteração não autorizada ou o descumprimento imotivado de cláusula de guarda, unilateral ou compartilhada, poderá implicar a redução de prerrogativas atribuídas ao seu detentor, inclusive quanto ao número de horas de convivência com o filho.

§ 5° Se o juiz verificar que o filho não deve permanecer sob a guarda do pai ou da mãe, deferirá a guarda à p essoa que revele compatibilidade com a natureza da medida, considerados, de preferência, o grau de parentesco e as relações de afinidade e afetividade.” (NR)

Art. 2° Esta Lei entra em vigor após decorridos 60 (sessenta) dias de sua publicação.

Brasília, 13 de junho de 2008; 187° da Independência e 120° da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

Luiz Paulo Teles Ferreira Barreto

José Antonio Dias Toffoli

Segunda-feira, 16 de junho de 2008

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Tribunal de Justiça do RS adota 2 livros da APASE em concurso para Psicólogos: Guarda Compartilhada e Síndrome da Alienação Parental. Veja Edital:
http://www.fundatec.com.br/home/portal/concursos/editais/edital-99.pdf

Livros publicados pela APASE:

Prefácio e ApresentaçãoClique aqui
A Associaçà £o dos Magistrados Brasileiros tem posição firme de defesa da Lei da Guarda Compartilhada GUARDA COMPARTILHADA
Aspectos psicológicos e jurídicos Organização e prefácio: APASE
Apresentação: Dr. Rodrigo da Cunha Pereira, Presidente do IBDFAM
Autores: Dr. Waldyr Grisard Filho,Dra. Leila Maria Torraca de Brito, Dr. Evandro Luiz Silva, Dra. Patrícia Pimentel de Oliveira Chambers Ramos, Dra. Eliana Riberti Nazareth, Dra. Andréia Calçada e
Dra. Rosana Barbosa Cipriano Simão Clique no livro para adquirir ao mesmo preço das livrarias: (R$ 34,90)
Atendimento a Livrarias: Ramalivros Distribuidora Ltda. Rua Major Diogo, 657/669 São Paulo - SP - Fone: (11) 3117.4333 e-mail:
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Síndrome da Alienação Parental - Disponível É a manipulação do genitor guardião para afasta r os filhos do genitor não guardião, é uma tirania inconcebível e inaceitável com inocentes crianças.
A Apase, engajada no movimento mundial para coibir esse comportamento, lança o primeiro livro sobre o assunto no Brasil em parceria com a Editora Equilíbrio, escrito por renomados autores, especialmente direcionado a magistrados, pais, advogados, psicólogos, psicanalistas, assistentes sociais e demais Operadores do Direito. Ganhe um CD com Debate sobre a Síndrome da Alienação Parental. TV Record: Excelente matéria sobre a Síndrome da Alienação Parental R$ 34,90 Clique no livro para saber mais
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Alienação Parental: Dra. Alexandra Ullmann, Artigo na Revista Visão Jurídica

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Programa Opinião Nacional: Demóstenes Torres

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