Motivação e Liderança: pelas palavras de quem faz



fonte imagem:dignow.org.br

Os desafios das organizações envolvem, de forma intensa, a capacidade de seus líderes em engajar pessoas, de forma que elas trabalhem com felicidade e qualidade. Eduardo Saggioro, sócio-diretor da Visagio Engenharia de Gestão e Flávio Guimarães, sócio-diretor da Radix Engenharia e Software. Radix e Visagio são empresas  de referência com relação ao ambiente de trabalho e que tem obtido crescimento devido ao seu estilo de gestão.

Segundo Alice Ferruccio, diretora de conteúdo da ABRH-RJ, a maioria das definições sobre Motivação foca nos fatores externos  que "são vernizes que descascam e perdem brilho rapidamente, além disso não conseguem mobilizar a pessoa para a sua verdadeira motivação".

Ele acredita que a melhor maneira de despertar a motivação das pessoas é ajudar o líder a se autoconhecer e aceitar que tem imperfeições. Assim ele estará mais apto a preparar seus liderados para que eles possam "caminhar em direção ao desenvolvimento intelectual e psicológico".

"Pense grande e faça pequeno"

Para Eduardo Saggioro um grande passo rumo à motivação de equipes segue a linha do "pense grande e faça pequeno", ou seja, o líder deve mostrar à equipe como suas atividades no dia a dia, mesmo que operacionais e repetitivas contribuem para que se alcance um objetivo maior. "Por isso, ele deve conhecer muito bem cada pessoa, ouvi-las a todo o momento e, quanto maior a senioridade dessa pessoa, interferir menos em suas atividades, focando em alinhar as frentes de trabalho à visão da organização.

"Confio mais em vocês do que vocês em vocês"

Coach é um caminho, mas criar desafios é a chave para muitos sucessos. Flávio Guimarães diz que gosta de estabelecer metas e dsafios para motivar. Mas para o valor da motivação ser duradouro, deve haver uma comunicação clara e transparente, sem rodeios e com extrema proximidade. "O líder não é apenas aquele que abre a porta da sua sala, mas o que sai da sala, transita pela empresa e disponibiliza seu tempo para as suas pessoas", esclarece ele, ao reforçar o valor de se compartilhar questões profissionais e pessoais.

Flávio diz que não aprecia os modismos de "líder disso ou daquilo outro". O importante, segundo ele, é aquele que está à frente passar aos demais a sua  experiência e se colocar disponível ao desbravar novos segmentos do negócio. "Costumo dizer aos meus colaboradores: confio mais em vocês do que vocês a vocês mesmos" conta. Quando Flávio demonstra este sentimento, seus líderes atuam, nas palavras deles "com mais confiança por ter a percepção clara de que podem ir em frente".


Fonte: Jornal O GLOBO - Caderno Boa Chance 10/07/2011 p.2
Obs: Este texto se refere a um seminário que já ocorreu(14/07). Para maiores informações sobre o interessante tema, veja o site da ABRH - Associação Brasileira de Recursos Humanos www.abrhrj.org.br


Comentários

  1. Hoje, para se reconhecer um bom líder, deve-se observar a sua capacidade de formar novos líderes na corporação.
    Blessings,
    Ânima Coaching.

    Acesse: www.animacoaching.pg.com.br ou http://animacoaching.pg.com.br/blog/

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  2. Concordo. Essa é uma atitude de empresas abertas à experimentações, não tão centralizadoras, o que ainda não é muito comum.

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