JANEIRO BRANCO: MÊS DA SAÚDE MENTAL, SAÚDE MENTAL SEMPRE

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Falar de saúde mental é compreender que esta é, sem medo de ser audaciosa em minha posição, o território, o recurso natural, a tecnologia mais valiosa da existência que cabe ao ser humano explorar. Como ainda somos estrangeiros dentro de nós mesmos, apesar dos  importantes avanços que somos capazes de criar. 

As perspectivas de crescimento dos transtornos mentais e seus inegáveis danos à saúde e à produtividade por cada vez mais incapacitarem ao trabalho e ao desfrutar da vida, torna-se cada vez mais algo que não mais pode ser ignorado, daí a iniciativa de transformar o mês de Janeiro no mês da Saúde Mental -  JANEIRO BRANCO.

Em muitas ocasiões o PSICOLOGIA EM FOCO falou sobre o quanto se tornou insustentável manter a separação corpo e alma - O penso, logo existo de Descartes, somado a todos os pensadores que forjaram a estrutura e o funcionamento do Ocidente, tem se mostrado ineficaz ao longo dos anos para dar conta da comp…

Líder não investe na equipe, diz pesquisa

APENAS 22% DOS ENTREVISTADOS RESPONDEM QUE SEUS GERENTES SE PREOCUPAM EM DESENVOLVÊ-LOS


Líderes estão mais determinados a desenvolver a própria carreira do que incentivar o aprimoramento de suas equipes. Pelo menos é para esse cenário que aponta a pesquisa feita pela consultoria LHH/DBM, junto a 450 executivos nos Estados Unidos.


Segundo o estudo, apenas 22% dos entrevistados relatam que seus gerentes se interessam pelo seu desenvolvimento profissional, enquanto 52% afirmam que raramente ou nunca há preocupação de seus líderes em ajudá-los a aprimorar seus papéis. Já 27% dos executivos dizem perceber às vezes esse tipo de preocupação por parte dos seus superiores.

 GESTÃO DEVE SER MAIS VOLTADA PELO ACOMPANHAMENTO


Diretora da Talent  Development da LHH/DBM, Fátima Rossetto, acredita que o resultado da pesquisa também reflete o cenário corporativo brasileiro, no qual o líder ainda não vê com clareza seu papel no desenvolvimento da equipe.

- Isso acontece porque ele atribui essa responsabilidade à organização, inclusive com sua própria carreira, e acaba transferindo essa falta de investimento para seus subordinados - diz Fátima.

Segundo a diretora da consultoria, outro problema recorrente que ajuda a compreender os dados pelo estudo dizem respeito à confusão que existe entre gestão voltada para execução ou desenvolvimento.

- O executivo precisa perceber que ele é valorizado muito mais por sua capacidade de acompanhamento do que pela habilidade de executar - ressalta Fátima, destacando outra pesquisa que mostra o que mais engaja os funcionários: - Oportunidade de aprendizado com o líder e desafios.  É o que mais retêm as pessoas em uma organização. Mas apesar disso, ainda vemos muitas lideranças egocentradas em seu autodesenvolvimeto sem repassar isso a seus colaboradores, que acabam sem saber em que podem melhorar.

Para Fátima, falta melhorar a cultura de dar feedback:
- Os funcionários querem saber qual é o seu potencial e se estão desempenhando bem suas funções.

Fonte: Jornal O Globo - Caderno Boa Chance (17/05 p.3).

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