JANEIRO BRANCO: MÊS DA SAÚDE MENTAL, SAÚDE MENTAL SEMPRE

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Falar de saúde mental é compreender que esta é, sem medo de ser audaciosa em minha posição, o território, o recurso natural, a tecnologia mais valiosa da existência que cabe ao ser humano explorar. Como ainda somos estrangeiros dentro de nós mesmos, apesar dos  importantes avanços que somos capazes de criar. 

As perspectivas de crescimento dos transtornos mentais e seus inegáveis danos à saúde e à produtividade por cada vez mais incapacitarem ao trabalho e ao desfrutar da vida, torna-se cada vez mais algo que não mais pode ser ignorado, daí a iniciativa de transformar o mês de Janeiro no mês da Saúde Mental -  JANEIRO BRANCO.

Em muitas ocasiões o PSICOLOGIA EM FOCO falou sobre o quanto se tornou insustentável manter a separação corpo e alma - O penso, logo existo de Descartes, somado a todos os pensadores que forjaram a estrutura e o funcionamento do Ocidente, tem se mostrado ineficaz ao longo dos anos para dar conta da comp…

Psicoterapia: sobre levar pacientes mais longe do que você foi




"Frequentemente quando encontro um paciente lutando com algumas das mesmas questões neuróticas que me perseguiram durante toda a vida, questiono se posso levar meu paciente para além do ponto em que eu mesmo cheguei.



Há dois pontos de vista opostos: uma visão analítica tradicional mais antiga em menos evidência hoje, depende que somente o terapeuta cabalmente analisado é capaz de acompanhar os pacientes até uma resolução completa dos problemas neuróticos, ao passo que os pontos cegos dos clínicos com questões neuróticas não resolvidas limitam a ajuda que são capazes de oferecer.

Um dos aforismos de Nietzche expressa uma concepção oposta: "Alguns não consegue afrouxar suas algemas e, ainda assim são capazes de redimir seus amigos". O ponto de vista de Karen Horney sob o impulso de auto-realização (que indubitavelmente emerge da obra de Nietzsche) é relevante: se o terapeuta remover os obstáculos, os pacientes amadurecerão naturalmente e perceberão seu potencial até mesmo atingindo um nível de integração além daquele do terapeuta facilitador (...)."
(Irvin D.Yalom)

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