JANEIRO BRANCO: MÊS DA SAÚDE MENTAL, SAÚDE MENTAL SEMPRE

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Falar de saúde mental é compreender que esta é, sem medo de ser audaciosa em minha posição, o território, o recurso natural, a tecnologia mais valiosa da existência que cabe ao ser humano explorar. Como ainda somos estrangeiros dentro de nós mesmos, apesar dos  importantes avanços que somos capazes de criar. 

As perspectivas de crescimento dos transtornos mentais e seus inegáveis danos à saúde e à produtividade por cada vez mais incapacitarem ao trabalho e ao desfrutar da vida, torna-se cada vez mais algo que não mais pode ser ignorado, daí a iniciativa de transformar o mês de Janeiro no mês da Saúde Mental -  JANEIRO BRANCO.

Em muitas ocasiões o PSICOLOGIA EM FOCO falou sobre o quanto se tornou insustentável manter a separação corpo e alma - O penso, logo existo de Descartes, somado a todos os pensadores que forjaram a estrutura e o funcionamento do Ocidente, tem se mostrado ineficaz ao longo dos anos para dar conta da comp…

HORAS EXTREMAS




Cada um sabe de si. As pessoas têm um ritmo próprio e rupturas bruscas, na minha opinião, contribuem para que o problema volte cedo ou tarde, porque buscou-se suprimi-lo com violência. De nada adianta correr se não se sabe onde quer chegar.

A dor ou as horas extremas da vida podem nos conduzir a novas posturas. Buscar desenvolver uma acuidade profunda com as experiências da  Vida dando abertura à possibilidade de acolher de modo diferente as vivências pode ser um exercício interessante.

 A diversidade das experiências que nos chegam é o que acaba conferindo um tônus emocional mais resistente, pois cria na mente arquivos que acabam sendo as bagagens que são construídas a todo instante da nossa relação com o mundo. As horas extremas podem abrir novas portas de percepção dependendo da disposição de não domesticar o olhar que se habitua aos mesmos raciocínios.

Cada um sabe de si, do seu momento, do que de fato quer para si. Se o ritmo é veloz, lindo, se é lento, não importa. O que importa é viver sabendo estar dando o melhor.

Regina Bomfim