RECOLOCAÇÃO PROFISSIONAL E REDES SOCIAIS




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Se bem utilizadas, essa ferramentas virtuais podem impulsionar o marketing pessoal e ainda fortalecer parcerias no âmbito corporativo

Fonte: Boa Chance

As opiniões são divergentes: uns acham que as redes sociais têm deixado as pessoas desatentas, ansiosas e sem foco; outros veem estas ferramentas como essenciais para as negociações profissionais. O fato é que, se bem utilizadas, elas podem dar um impulso para o marketing pessoal e o fortalecimento de parcerias no âmbito corporativo.


E nos tempos difíceis na economia as redes sociais tornam-se uma aliada poderosa para quem busca recolocação no mercado: o networking virtual tende a aproximar ainda mais as pessoas, que acabam se identificando pelas mesmas necessidades. Estabelecer contatos por meio dessas redes, portanto ajuda a manter o otimismo em alta e afastar eventuais ciclos de tédio.

Não é de hoje que o networking virtual ganhou força. Uma pesquisa da consultoria Robert Half, feita em 2013, envolvendo 651 executivos, mostrou que 83% dos entrevistados preferem fazer e manter contatos virtualmente ante 72% que ainda valorizam o contato face a face. Quando questionados se deixariam de manter relacionamento presencial depois de aderir ao virtual, 19% responderam que sim e 81% disseram que passaram a se relacionar das duas formas.

Na opinião de Heitor Mello Peixoto, diretor da Stato, consultoria de recrutamento e transição de carreira, é preciso de valer de algumas estratégias importantes na hora de utilizar a rede social para buscar um emprego ou fechar um negócio, pois os headhunters estão de olhos bem abertos a tudo que é postado nessas plataformas. As contratações de candidatos por meio do Linkedin, por exemplo, respondem por 30% de todas que ele faz.
Resultado de imagem para recolocação profissional- A sugestão é iniciar o networking com pessoas conhecidas, que já tenham trabalhado num mesmo ambiente e que possam dar referências. Depois é aconselhável contato com headhunters e consultorias de RH. a regra é não tomar muito tempo dos recrutadores, escrever mensagens curtas e nunca sondá-los para saber como está o mercado. Nossa função não é ficar fornecendo esse panorama, mas contratar o profissional certo para determinada empresa.

O executivo ressalta ainda que cautela é fundamental quando se trata de redes sociais: bons costumes do mundo real também servem para o universo virtual. Os contatos profissionais não são necessariamente pessoais do relacionamento pessoal e ficar cobrando favores e pedindo indicações insistentemente pode causar um efeito contrário.

Para o diretor da Bazz Estratégia e Operação de RH, Celso Bazolla, é importante saber utilizar corretamente cada tipo de rede. Pedir ajuda profissional a um desconhecido no Facebook, por exemplo pode não ser bem-visto e o efeito tende a ser extremamente negativo. O Linkedin tem essa finalidade e, se for usado com bom senso, pode facilitar e muito uma recolocação profissional
- O Linkedin tem um perfil mais profissional e o Facebook é uma rede mais aberta, com amigos tanto do ambiente de trabalho quanto pessoais, mas isso não significa que não seja acessada pelos recrutadores. Eles também entrarão nessa rede sempre que estiverem em busca de candidatos. Assim, é importante tomar cuidado e não postar cometários ou fotos que possam passar uma imagem negativa.

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