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DIFICULDADE DE MEMORIZAÇÃO: IH!






Faz parte do nosso tempo o excesso de informação​. Vivemos num mundo que pela diversidade de estímulos facilitam que nossa atenção se disperse e com isso, esquecer a matéria de estudo, a chave do carro ou, o que é mortal (rsrs), o celular em casa é algo que pode acontecer com qualquer um de nós, na juventude ou na vida adulta.

Segundo estudos em neurociênca, existem pessoas que já nascem com dificuldades de memorização, mas é possível criar estratégias para se lembrar do necessário nas tarefas de cada dia. A falta de atenção pode provocar a falta de memória, inclusive nos jovens por haver muitas distrações. Nossa memória se expande, é um fato atual, mas é preciso saber o que estamos guardando neste espaço. Saber reter dados, mas também saber esquecer aquilo que não é importante é um cuidado a ser observado.

Uma boa noite de sono é fundamental para uma boa memorização.

A Atividade Física que para ser eficiente precisa envolver força, como uma caminhada mais vigorosa ou muscculação. Estudos comprovam que apenas exercícios que utilizam força promovem o nascimento de novos neurônios. 

O cuidado com a alimentação também deve merecer atenção, pois tudo que é bom para o coração beneficia o cérebro. Alimentos ricos em vitaminas do complexo B como peixes, ovos, castanhas, sementes de linhaça, atum, salmão, nozes ajudam no processo de memorização. É bom evitar açúcar e gorduras ruins. 

Exercitar a mente é fundamental como prevenção de danos mais graves no futuro. Palavras cruzadas é muito bom, mas apenas exercitam a lógica. É preciso desafiar a mente a partir do pensamento, das percepções visuais e auditivas. Viajar, aprender um idioma, um instrumento musical, ler etc podem ver grandes estimulantes cerebrais. Se permitir aprender sempre algo novo é um modo de manter-se saudável e com boa memória. 

Para os estudos, quem precisa memorizar grandes conteúdos, a redundância é uma boa maneira de exercitar a memória. Faça com que a informação entre na memória de diversas maneiras. Para memorizar uma palavra podemos escrevê-la de tamanhos distintos, cores diferentes, utilizar o tato e a audição. Usar a criatividade nas estratégias de memória pode ser interessante.

Vamos voltar a este assunto numa próxima postagem.

Regina Bomfim

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  Por Rogério Miranda de Almeida - Doutor em filosofia pela Universidade de Metz (França) e em Teologia pela Universidade de Estrasburgo. Professor no Programa de Pós - Graduação da Pontíficia Universidade Católica do Paraná (PUC- PR). Publicou os seguintes livros: Nietzche e Freud - Eterno Retorno e Compulsão à Repetição (2005); Eros e Tânatos: A Vida, A Morte, o Desejo (2007). Todos pela Edições Loyola. O ensino da filosofia, uma das mais nobres tarefas pedagógicas, é ao mesmo tempo uma das mais difíceis. Difícil porque, dada a própria origem da filosofia ocidental - cujo berço é a Grécia e, mais precisamente, a costa Jônica do séc 6 a.C -, a questão em torno da qual ela girava era do ser enquanto ser. Em outros termos, indagavam-se os jônicos: por que, a despeito do nascimento, da corrupção e da morte das coisas sensíveis, tudo permanece como se fosse o mesmo? Deve, pois, haver - completavam esses estudiosos da natureza - por trás do mundo fenomênico algo que nem enve...