Pular para o conteúdo principal

Postagens

AMOR OU AUTO AMOR?

    Photo by  Chetan Menaria  on  Unsplash Falar de auto amor é uma tarefa pouco fácil, pois logo confundimos com mimos. Já que isso se refere a fazer tudo o que se quer, a tomar atitudes voluntariosas, a colocar-se no centro do mundo para que os outros entendam nossas aspirações, é ficar numa boa, não importando mais nada. É centrar-se no próprio eu e só ter olhos para si e suas fantasias. Assim como fizemos com a noção de amor, vamos tirar de nossa cabeça algumas idéias errôneas a respeito de amor por si, para ficarmos só com os verdadeiros componentes do auto amor. Muitas vezes deixamos de fazer algo para que o outro não ache ridículo. Isso é auto-amor? Em nome da vaidade, criamos regras, normas, nos tornamos moralmente certinhos, corretos, perfeitos. Escorregar jamais, tampouco cometer uma falha, pois seria errado. Isso é auto-amor ou vaidade? Só que não nos permitimos ser o que somos, pois temos um ideal e ele tem que ser cumprido. Queremos, po...

REFLETINDO SOBRE A MOTIVAÇÃO DE ESTUDAR - UMA CONVERSA COM CRIANÇAS

Sabe por que vocês vêm pra escola todo dia estudar? Pra aprender as fazer as coisas que os adultos fazem como escrever uma carta, ler um livro, ler um cartaz na rua... Já pensou? Sua mãe pedir: - Filho! vai comprar uma Coca- Cola e cinco pães pequenos? Ela te dá o dinheiro e você sabe fazer a conta do troco - Imagina quanta coisa você pode aprender. Aprender é muiiiiiito legal!! Aprender é como entrar num Castelo Encantado - e sabe quem tem a chave desse castelo? A professora!! A professora é como aquela fada que conhece os mistérios dos Castelos Encantados, das Poções Mágicas. É ela quem ensina todos esses mistérios que faz o mundo crescer - Sabia que o cientista, o médico, o astronauta, a bailarina começaram do mesmo jeito que vocês? Todos eles foram crianças, aprenderam ABC e o 1+1 e com o tempo eles foram aprendendo, estudando mais e mais e construíram foguetes, aviões, descobriram remédios, criaram músicas, o computador, as leis. Tanta coisa tem no mundo pra gente descob...

CHEGA DE TRISTEZA?

Carlos Estelita Lins As festas que comemoram o fim de ano são para uma pequena parcela da população mundial catalizadores de processos depressivos. As comemorações, que para a maioria das pessoas motivam reuniões de familiares e amigos, costumam causar profunda angústia em pacientes com histórico de depressão, pessoas que atravessam perdas e cidadãos comuns que não conseguem calar suas inquietações com ritos maciços de consumo. As depressões constituem um espectro amplo e multietiológico de transtornos mentais comuns, nos quais aspectos sociais, individuais, biológicos e inconscientes conspiram gerando agravos à saúde. Sofrimento, desânimo, tristeza, falta de prazer, perdas afetivas e prejuízo econômico são parte de quadros depressivos. A depressão e uso de álcool e drogas estão muito associados ao risco de suicídio. Num momento de maior vulnerabilidade, pessoas tentam pôr fim à própria vida buscando desesperadamente alívio psíquico imediato. Pelo enorme sofrimento e danos ps...

PSICOLOGIA E POLÍTICA

I Colóquio da Pós-Graduação em Psicologia Clínica da PUC-Rio PSICOLOGIA E POLÍTICA: UM DEBATE TRANSDISCIPLINAR Política da psicologia: como pensar a multiplicação de correntes, disciplinas e escolas teóricas? As várias psicanálises, as terapias cognitivo-comportamentais, as terapias corporais, as terapias familiares, gestalt-terapias, dentre outras, o diálogo com a filosofia, com o direito, com a empresa, com as artes... Como fugir ao duplo impasse: disputa entre diversas escolas - cada uma fechando-se sobre si mesma - ou relativismo radical, onde as diferenças reais são anuladas? Psicologia da política: não apenas a política dos partidos e governantes, mas também a construção de nossos cotidianos e hábitos, a ética das singularidades ou a moral dos padrões e maiorias. Os investimentos desejantes são sociais, políticos ou micro-políticos. Mas, sob que condições? Certamente, é na ausência de consenso entre as diversas correntes teóricas, dentro e fora da psic...

TDAH - TRASNTORNO DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE

"Eu me achava uma burra" Entrevista Ana Beatriz Barbosa Silva A psiquiatra conta como sofreu com o déficit de atenção na infância e como aprendeu a conviver com o transtorno que atinge 6% da população em idade escolar Silvia Rogar "No início da adolescência, bateu uma vontade enorme de mudar. Eu decidi ficar retraída, quieta, para não errar" A psiquiatra carioca Ana Beatriz Barbosa Silva, 43 anos, especializou-se em traduzir para uma linguagem acessível o universo misterioso dos transtornos mentais. Seu último livro, Mentes Perigosas, apresentou as muitas faces dos psicopatas e há 44 semanas faz parte da lista dos mais vendidos de VEJA. Ela já havia feito uma primeira incursão vitoriosa. Seu Mentes Inquietas, sobre o transtorno do déficit de atenção (TDA), vendeu 200 000 cópias e está sendo relançado. Nesta entrevista, Ana Beatriz fala de sua experiência, da importância do diagnóstico precoce e afirma que, embora não tenha cura, o transtorno permite um...

GERENCIANDO PROPOSTAS

"A ideia não é ser uma caixa de reclamações, mas sim de soluções". A frase do economista Otávio Sampaio, sócio do Riopro Informática, resume bem o que é o Zest. Lançado em dezembro do ano passado, o site (zest.com.br) é uma ferramenta para captar idéias de funcionários ou clientes de empresas, auxiliando-as a criar uma cultura inovadora.

A "MESMICE ROBO"

A "Mesmice Robô" e os Convites da Vida Somos humanos - Choramos, rimos, temos raiva - somos um monte de sentimentos num dia. Há momentos em que viver é uma coisa muito pesada - a falta de tempo, os problemas na família, as dificuldades no trabalho e as coisas que só a gente e o nosso travesseiro sabem. As lágrimas vêm, molham o travesseiro... Todo mundo em algum momento pensa que a carga da vida é além do que pode suportar. Mas , olhando para trás quanta coisa você já venceu? E é isso que faz cada um único, especial. O sofrimento, as dificuldades podem ser entendidos por nós como Convites da Vida de todo dia para que a gente saia da "mesmice robô" - o dia corre e a gente não tem nem tempo de respirar. Tudo no automático... - Acordar cedo para tomar um banho mais demorado e passar o hidratante que você gosta, enquanto a casa toda dorme. - Andar na praia, olhar as pessoas, a paisagem ao redor, pisar na areia um pouquinho. - Passear com ...