JANEIRO BRANCO: MÊS DA SAÚDE MENTAL, SAÚDE MENTAL SEMPRE

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Falar de saúde mental é compreender que esta é, sem medo de ser audaciosa em minha posição, o território, o recurso natural, a tecnologia mais valiosa da existência que cabe ao ser humano explorar. Como ainda somos estrangeiros dentro de nós mesmos, apesar dos  importantes avanços que somos capazes de criar. 

As perspectivas de crescimento dos transtornos mentais e seus inegáveis danos à saúde e à produtividade por cada vez mais incapacitarem ao trabalho e ao desfrutar da vida, torna-se cada vez mais algo que não mais pode ser ignorado, daí a iniciativa de transformar o mês de Janeiro no mês da Saúde Mental -  JANEIRO BRANCO.

Em muitas ocasiões o PSICOLOGIA EM FOCO falou sobre o quanto se tornou insustentável manter a separação corpo e alma - O penso, logo existo de Descartes, somado a todos os pensadores que forjaram a estrutura e o funcionamento do Ocidente, tem se mostrado ineficaz ao longo dos anos para dar conta da comp…

BELA, RECATADA E DO LAR




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Por Regina Bomfim​




Durante muito tempo, uma mulher honrada era aquela que casava virgem, vivia para cuidar da família e do lar. Os movimentos pela igualdade de direitos foram se afirmando no século XX e a mulher foi conquistando seu espaço no mundo e hoje trabalha​, vive o prazer sexual mais livremente, tendo sua competência afirmada nos mais variados setores ​produtivos, embora ainda não tenha uma equiparação salarial com o homem, realize ainda​ jornadas além do trabalho e todas as discussões  que  a questão de gênero ainda evocam.  


 A mulher que escolhe ser do lar, merece ser símbolo de retrocesso a quem só resta o desvalor?​

Estas mudanças se consolidaram mais no último século, tudo é de certo modo, recente. 
É fato. Por este motivo, a sociedade ainda passa por um momento de adaptação à novas ideias, havendo mentes relutantes frente às novas configurações do mundo (e são tantas novas configurações...) nos fazendo acreditar, como consequência, que o feminismo só deixará de ser necessário no momento que a mulher for livre para ser o que quiser e vista com igualdade.

Ser o que se quer ser é ainda um alvo a ser alcançado na evolução natural das consciências.Vivenciar suas escolhas com liberdade e responsabilidade parece ser um desafio dos séculos porvindouros em todos os setores da existência e relativo tanto ao homem quanto a mulher​, sem desejar estar "in" ou "out" com as verdades de um momento histórico​-social. 

Ser do lar ou ser uma mulher que trabalha tem importância? Ou será que o mais importante é se sentir adequada ao lugar que se decidiu estar?


Peço desculpas aos leitores pelos problemas de formatação. Ao editar, o texto aparece com a formatação correta, o que não se repete quando o mesmo é publicado. Vamos verificar as causas.
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