30 de nov de 2015

O PASSADO: A GENEROSODADE QUE NÃO NOS DAMOS PARA SEGUIR ADIANTE








Habitualmente, a pessoa que se equivocou lamenta a ocorrência, o passado, ou faz uma consciência de culpa, afligindo-se perturbando-se.


O passado,porém já aconteceu, e os seus alicerces não podem ser ignorados, nem evitados. Cabe a cada um diluí-los, erradicá-los.

Uma análise tranquila das ocorrências infelizes desperta a consciência para encontrar meios de diminuí-lhes as consequências, criando condições propiciatórias para um futuro mais equilibrado, através das oportunidades e realizações presentes.

Cada instante se podem produzir fenômenos salutares que se alongarão em cadeias de acontecimentos ditosos..

Qualquer indivíduo que se envolveu em passado próximo, em problemas e erros, certamente gerou também simpatias e agiu corretamente. Ninguém há destituído de valores positivos e conexões emocionais generosas 

Joanna de Ângelis

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24 de nov de 2015

A ERA DO CONFORMISMO



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Conformar-se exageradamente adultera a imagem de si próprio

"Encontram-se na Bíblia as afirmações: 'Somos membros uns dos outros' e 'se uma casa está dividida contra si mesma, não poderá ficar de pé'.

Estes sábios comentários nos dizem porque uma medida básica de conformidade é essencial à continuação da vida civilizada, segundo a conhecemos.

A conformidade exagerada que faz demasiadamente parte da vida moderna é inteiramente diferente. Constitui sacrifício da identidade individual quando tal sacrifício não importa em qualquer objetivo proveitoso.

Quem se conforma demasiado distorce a imagem de si próprio. Deixa-se de reconhecer a si mesmo porque procura constantemente agradar aos outros. Procurando constantemente a aprovação dos outros quando não precisa, curvando-se para aliviar a ansiedade, altera-se a forma das qualidades únicas que o tornam indivíduo.

A fim de ser feliz, é preciso dispor de áreas em que seja possível exprimir a própria singularidade sem temor de perigo real. Tais áreas existem, para quem não as afasta de si. Quando as encontra, o indivíduo está descobrindo parte de si mesmo que o fará sentir-se mais completo. A imagem de si próprio será terreno mais sólido e sentir-se-à mais feliz."

Maxwell Maltz

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23 de nov de 2015

INVESTIMENTO EM PESSOAS: ALGO QUE NUNCA SE PERDE




A pesquisa do GPTW reforça por meio de indicadores a importância de se investir na gestão de pessoas, trazendo elementos tangíveis e objetivos para a tomada de decisão dos líderes

Entrevista: Paulo Sardinha, presidente da ABRH-RJ

fonte: Boa Chance

As empresas que aproveitarem o momento de crise para investir na gestão e na qualificação de pessoas estarão na frente quando a economia voltar a crescer. A opinião é do presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro (ABRH-RJ), Paulo Sardinha, que ressalta: as dificuldades são encaradas como oportunidades em companhias reconhecidas pelo bom gerenciamento do seu quadro funcional.

Nessa entrevista, ele fala sobre o impacto no ambiente corporativo dos resultados da pesquisa "Melhores empresas para se trabalhar  no Rio", elaborada pelo  Instituto Great Place to Work (GPTW), e a crescente valorização dos departamento de RH nas empresas. Para Sardinha, cada vez mais gestores comprovam que o cuidado com as pessoas é fator-chave para a melhoria do desempenho profissional e, consequentemente, para o crescimento das organizações.

Nesse contexto, afirma ele, a pesquisa regional dos GPTW, reforça por meio de indicadores a importância de se investir nessa área, trazendo elementos tangíveis e objetivos para a tomada de decisões por parte dos líderes. Na avaliação do dirigente, trata-se de uma ótima oportunidade, tanto para as empresas premiadas, aprimorarem ainda mais suas práticas, quanto para aquelas que estão fora do ranking , que passam a ter um norte para a construção de um excelente ambiente de trabalho.

De que forma a pesquisa do GPTW influencia o trabalho de líderes que estão na linha de frente do RH das empresas?
A lista do GPTW cria indicadores que precisam ser observados e define as fronteiras que devem ser alcançadas ou superadas. Os departamentos de Recursos Humanos trabalham muito com a subjetividade e, nesse ponto, a pesquisa é capaz de gerar elementos tangíveis para que o gestor possa compreender de maneira mais objetiva os pontos fortes e fracos da empresa. O GPTW mostra casos interessantes, como o de empresas que se repetem na lista de premiadas mantendo boas práticas de forma consistente ao longo do tempo; e também de companhias que ingressam pela primeira vez no ranking o que demonstra oxigenação e atenção ao movimento do mercado. O levantamento é capaz de fornecer informações relevantes para as organizações participantes e também para todo um público que passa a se mobilizar.

Algumas empresas dizem que é necessária uma preparação para participar da pesquisa do GPTW. O senhor concorda?
Eu procuro sempre incentivar as empresas, mesmo aquelas que não se sentem preparadas a participarem. Algumas refutam, pois estão em busca do momento ideal. Mas a pesquisa pode ser um fator de contribuição para o amadurecimento da companhia em relação à gestão de pessoas, pois indicadores utilizados no levantamento são universais e independem do porte do negócio. A lista do GPTW tem a função de reconhecer e dar visibilidade às práticas de companhias que já há algum tempo fazem um bom trabalho, e as empresas que não atingiram a excelência estão protegidas pelas regras de confidencialidade, ou seja, não serão expostas ao grande público.

No passado, a área de Recursos Humanos era vista como burocrática e como uma extensão do administrativo. Hoje líderes e funcionários já percebem a importância desse departamento?
As empresas surgem, em geral, de uma boa ideia que é transformada em um serviço ou um produto. Os objetivos delas ao nascerem é cuidar do lucro, da inovação e da eficiência na comercialização. tudo isso vem à frente um olhar mais acurado para as pessoas. Esse olhar só começa a ser ampliado quando o negócio cresce e torna-se um sucesso. Mas hoje posso afirmar que há exemplos até mesmo de  pequenas startups, que iniciam suas atividades com a presença de um profissional de Recursos Humanos, para que exista desde o início uma cultura organizacional definida, com valores bem aplicados. Não tenho dúvida de que essa estratégia garante chances de lucro e de crescimento nos negócios.

Em momentos de crise, as ações e projetos de RH mantém sua relevância?
Sem dúvida. Empresas reconhecidas pelo bom desempenho em gestão de pessoas certamente transformarão dificuldades em oportunidades. Quando o mercado estava aquecido, ouvia relatos de que não havia tempo para treinamento e qualificação em função do alto volume de produção. A folga que existe hoje mesmo que forçada deve ser aproveitada para se investir no funcionário, para que estejam mais capacitados. As crises são cíclicas e isso é claro na visão dos especialistas. Quando o caminho de crescimento for retomado, algumas empresas estarão mais preparadas que outras para surfar na boa onda que virá. Assistimos muito a isso no mundo dos negócios nesses períodos de incertezas: as companhias se retraem de tal maneira que quando o céu se abre, elas não sabem o que fazer. Há empresas que enfrentam crise mesmo em ciclos virtuosos da economia porque não se preparam adequadamente. Portanto a hora de agir é agora. Investimento em pessoas é algo que não se perde, se ganha.

Então esse é o momento de reter talentos nas empresas?
Na minha opinião, talento não se retém. São as empresas que devem trabalhar para ser atrativas, para que pessoas acima da curva sejam levadas a optar por trabalhar em organizações que sejam reconhecidas como as melhores. Talentos em geral, são inquietos por natureza, as companhias é que precisam se preparar para lidar com eles. Para preservá-los, é preciso tomar cuidado com a burocracia excessiva. Incentivar a inovação e o gestor, pois não adianta você ter talentos na equipe se o líder não é talentoso. E aí o RH ganha relevância ao perceber essas questões e trabalhar para que a qualificação e o cuidado com as pessoas sejam pontos intrínsecos na cultura e no cotidiano das empresas.


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17 de nov de 2015

DAR E RECEBER FEEDBACK



Costuma ser um momento tenso para profissionais de todas as áreas e níveis hierárquicos. Não é só o temor de ser avaliado, mas quem precisa comentar sobre o desempenho também está sob pressão.


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16 de nov de 2015

POR UMA SOCIEDADE DO BEM-ESTAR


Ser e ter – rumo à sociedade do bem-estar

Maria Tereza Maldonado

"Como uma de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes"? A criança africana deixou o antropólogo desconcertado ao constatar como essa comunidade vive a prática do Ubuntu, uma filosofia humanista sul-africana, um código de ética baseado no altruísmo, na generosidade e na cooperação. Bem diferente das sociedades nas quais predominam o individualismo e a competição, em que muitos pensam "quanto mais eu tenho, mais eu sou". Ubuntu significa "eu sou porque nós somos".
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10 de nov de 2015

A MULHER E OS DESAFIOS ATUAIS: PSICOLOGIA COMO RESSONÂNCIA DO MUNDO



Obs: Não sou a favor do aborto, mas como psicóloga cabe a mim acolher e respeitar quem chegar com este histórico vendo o ser total (si mesmo, relação com outras pessoas e o mundo) procurando favorecer a expressão dos sentimentos e sua compreensão, seja de que natureza for. O blog PSICOLOGIA EM FOCO não poderia deixar de trazer algo que retratasse reflexões destes últimos e marcantes acontecimentos.


'É importante não permitir que direitos conquistados retrocedam'.

Entrevista Antonia Pellegrino, Alessandra Orofino e Manoela Miklos

Elas ditaram o tom das últimas semanas. Mulheres falaram do primeiro assédio fizeram manifestações contra o Projeto de Lei 5.069 e provocaram o debate na sociedade. Nesta entrevista, a escritora e a roteirista Antonia Pellegrino, a doutora em Relações Internacionais Manoela Miklos e a economista Alessandra Orofino, diretora executiva da Rede Nossas Cidades, falam da participação na ação #AgoraÉQueSãoElas, iniciada por Manoela

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9 de nov de 2015

O HOMEM E A MODERNIDADE: ENTRE O CONHECIMENTO E A PERPLEXIDADE






"É chocante mas é verdadeiro, que hoje conhecemos melhor o átomo que a mente que conhece o átomo".

Dr. J. B. Rhine
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5 de nov de 2015

VOCÊ DÁ IMPORTÂNCIA ÀS SUAS FÉRIAS?




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Brasileiros não tiram os 30 dias de férias

Fonte: Boa Chance

Segundo pesquisa, média de descanso é de 24 semanas

Tirar um período de descanso todos os anos, religiosamente não faz parte da vida de muitos brasileiros. Uma pesquisa divulgada pela Catho constatou que mais de um terço dos trabalhadores afirmam não ter tirado férias nos últimos 12 meses.

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4 de nov de 2015

ALIADO DA MENTE : ATIVIDADE FÍSICA




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Exercício físico melhora as funções do cérebro e ajuda no tratamento de doenças como Alzheimer

Por Ana Lúcia Azevedo
Fonte : O Globo


O poeta romana Décimo Júnio Juvenal, a quem é atribuída a máxima "Mens sana in corpore sano" (Mente sã num corpo saudável) não pensou no tratamento de doenças neurológicas e psiquiátricas quando a escreveu. Juvenal estava mais interessado em criticar aqueles que rogavam aos deuses por coisas tolas em vez de orar por uma boa saúde. Mas a vanguarda de estudos de neurociência mostra que ele foi involuntariamente profético. Hoje, exercícios físicos começam a ser incluídos no tratamento de pessoas com doenças neuropsiquiátricas, como o mal de Alzheimer e a síndrome do pânico. E os resultados são animadores.

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